quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O NOVO SABOR

Olá leitores, prontos para entrar numa fria boa hoje?
O conto de hoje fala sobre uma sorveteira MILF e um novinho bem curioso...
Já mandou sua sugestão? 

Boa leitura!




Conheço Dona Marta desde garoto, e sempre no mesmo ofício: vendendo sorvetes. Hoje eu tenho 19 anos e continuo sendo cliente dela, compro fiado e tudo mais. Sempre conversamos bastante, mas de um tempo pra cá, nossa conversa se tornou mais adulta, com ela me perguntando sobre minha vida, sobre meu trabalho, querendo saber mais sobre mim. Certo dia ela resolveu me pedir meu número, e eu dei, despretensiosamente. Ela tinha me falado que precisava sair mais, que estava meio sozinha, que o marido tinha abandonado ela há uns anos e que desde então tinha saído poucas vezes. Uma conversa bem estranha, mas eu não tinha visto maldade nenhuma.

Dona Marta me chamou no whatsapp e começamos a conversar. Aos poucos, percebi que ela estava dando mole pra mim. Eu sempre fiquei com novinhas, nunca tinha pensado em ficar com alguém mais velha que eu, e principalmente ela. Ela não era uma coroa de se jogar fora, e estava muito bonita pra idade dela. Confesso que fiquei pensando nisso.
No dia seguinte, estava voltando do trabalho e passei em frente à sorveteria. Lé estava ela, agindo naturalmente, como se nada tivéssemos conversado na noite anterior. Segui a linha de conversa dela, peguei meu picolé e fui embora.
à noite, antes de dormir, dei boa noite no whats, e ela respondeu com um nude. Cara, confesso que fiquei meio chocado, mas depois comecei a me excitar bastante, com aqueles seios morenos, bicudinhos, arrepiados. Ela disse que, se eu quisesse, era só pedir. Conversamos um pouco mais de sacanagens, e fui dormir.


     Quando voltei do trabalho, novamente, a loja dela estava fechada, mas ela estava no portão. Me chamou, conversamos um pouco (todos os dois com a cara limpa, como se não tivéssemos conversado nada) e ela me chamou pra entrar. Fomos para a loja, e ela pegou um sorvete pra mim. Só que, ao invés dela me dar o sorvete, começou a lambê-lo.

     Ela chupava o sorvete, e olhava pra mim, com cara de safada. Depois, abriu a blusa e começou a passar o sorvete nos seios, que iam se arrepiando aos poucos. Ela dava suspiros e pulinhos quando passava o sorvete nos biquinhos, e aquilo estava me excitando muito. “Eu sei que você quer, vem chupar!”
Apertei os seios dela cheios de sorvete e comecei a chupá-los. Ela já estava trêmula, pois não transava há um bom tempo. Comecei a tirar a roupa dela, revelando um corpo bonito, com poucas marcas de idade. Ela se sentou em cima do freezer, tirou a calcinha e começou a se tocar. Eu fiquei uns minutos olhando pra ela, me olhando, enquanto eu tirava a roupa também.




     Peguei o sorvete e esfreguei na bucetinha dela, e depois passava a língua bem devagar, sentindo ela dar pulinhos, tanto de tesão quanto pelo gelado. Ela apertava minha cabeça entre as pernas, e eu as segurava. Até que eu abri bem as pernas dela, segurei com força pra ela não as fechar mais e comecei a chupar ela bem rápido, com a boca gelada. Ela gritava, agarrava o freezer com força e tremia muito. Quando eu senti que ela ia gozar, parei. Ela, num súbito, se levantou, virou de costas pra mim, em pé, apoiada no freezer. “Mete essa rola grossa em mim, agora!”

     Não pensei duas vezes: Meti nela, bem devagar, e ela rebolava devagar em mim. Ela estava me deixando louco. Estava apertadinha, molhada, louca... Quando ela sentiu que ia gozar, me pediu pra segurá-la, e meter mais forte ainda, então, a agarrei pela cintura e comecei a estocar. Ela arranhava a tampa do freezer, tentando achar algum apoio pro corpo, mas tremia tanto que não tinha mais coordenação. De repente, ela soltou um grito: Estava gozando. As pernas dela perderam as forças, e eu segurei ela pra não cair. Senti algo escorrendo na minha coxa e, quando tirei o pau de dentro dela, vi que ela tinha gozado muito. Nunca tinha visto uma mulher gozar tanto. Segurei ela de novo, com uma das pernas em cima do freezer e comecei a meter forte, e ela sem forças nas pernas, gemendo muito, suada, louca. Gozei tão forte que nem vi, dentro dela. Quando tirei o pau de dentro, vi escorrer o gozo da bucetinha dela. Ela se virou, olhou pra mim e disse:

     - Podia ter gozado na minha boca!

     Fui ao delírio de novo. Nunca imaginei tanto tesão num dia só.



      Nos vestimos e conversamos um pouco e depois eu fui pra casa, tomei um banho e fui jantar. Conversei a noite toda com ela no whats, e ainda fizemos sexo virtual. Confesso que fiquei amarradão na Dona Márcia e, até hoje, vou tomar um sorvete com ela, até de madrugada...



Beijos&Desejos

Um comentário:

  1. Os contos acabaram q pena conheci agora e gostei muito,muitos contos excitantes se poder escreve mais

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