Olá leitores, prontos para uma aventura selvagem?
O conto de hoje é sobre um caseiro e uma moça, de mundos completamentes diferentes, mas que vão se dar super bem! :)
Lembrando que os comentários estão ativados!
Boa leitura!
Resolvemos passar um fim de semana na fazenda
do Carlão, amigo do meu pai e da família. Ficamos empolgados, porque adoramos a
natureza, e a fazenda dele, então: Tinham cavalos, porcos, galinhas, vacas,
córrego... Tudo de bom!
Chegando lá, fomos recebidos com um belo café
da manhã fresco, com tudo da fazenda. Comemos bastante e começamos a conversar.
Carlão morava lá com a esposa, um filho, e um caseiro bem rústico, alto, forte,
com barba e roupa grosseiras, mas era bonito e gentil, de poucas palavras. Sim,
fiquei vidrada nele. Sempre fui louca por homens rústicos, e esse parecia ter
caído do céu pra mim!
Falei pro meu pai que queria andar a cavalo
pela fazenda, e já ia pegando um cavalo, quando meu pai falou que ia matar um
porco com o Carlão e não poderia me levar, mas que Frederico (o caseiro)
poderia ir comigo. Fiquei muito feliz, até porque seria uma chance de estar
juntinha a ele. Minha mente maliciosa não me deixava agir, até que vi ele vindo
com uma bela égua manchada. Me ajudou a montar, me ensinou várias coisas e
finalmente montou atrás de mim, e começamos a cavalgar. Tinha uma trilha específica,
que passava por dentro do rio, até as delimitações da fazenda. Fomos andando
calados, e quando estávamos bem longe da casa, eu comecei a me encostar nele,
que estava longe de mim. Eu encostava, e ele afastava, até que ele quase caiu
da égua. Ele parou o cavalo e perguntou o que eu tava fazendo. Eu lhe disse que
não estava fazendo nada, e me afastei pra frente de novo, e voltamos à posição
do inicio.
Continuamos cavalgando, e voltei a me
encostar nele e, dessa vez, ele deixou. O movimento do cavalo ia fazendo eu me
esfregava nele, e eu me recostava nele, e ele não falava nada. Aquele cheiro de
macho, as mãos grossas, aquela cara de mau, tudo me fazia delirar, e eu ia me
esfregando e delirando, até que senti aquelas mãos grossas encostando na minha coxa, segurando as rédeas. Peguei naquelas
mãos grossas e comecei a esfregar na minha perna, até que ele parou a égua de
novo, perto do córrego. Ele desceu e perguntou o que eu queria. Eu desci do
cavalo e olhei firme nos olhos dele, e disse que queria ele. Frederico ficou
meio sem jeito, mas com a mesma cara de mau. Sem falar nada, eu puxei o rosto
dele e lhe dei um beijo, rápido, e fiquei olhando pra ele. Percebi que ele
começou a ficar muito nervoso e o chamei pra irmos embora. Ele me pegou pelo
braço e me deu um beijo, longo, faminto, já me apertando pra junto daquele corpo
forte.
Nos beijamos um tempão, até ele começar a me
beijar e morder o pescoço, os seios, bem selvagem. Fomos para a beira do
córrego e começamos a tirar a roupa um do outro, com muita pressa, nos beijando
loucamente. Comecei a chupá-lo bem rápido, passando a língua no pau dele,
inteiro, enorme, e esfregando nos meus seios, batendo com ele na minha boca e
chupando de novo. Ele agarrou no meu cabelo e me botava pra chupar mais rápido,
enquanto me olhava, vermelho, mas com a mesma cara de bravo, de forte... Me
puxou e me deu outro beijo, descendo a boca até meus seios, chupando eles e
dando mordidinhas bem gostosas. Depois, colocou a camisa dele no chão, me
deitou e começou a esfregar o pau dele na minha xota.
Eu estava muito molhada,
e gemia muito enquanto ele esfregava e botava os dedos na minha boca. Ele me
penetrou de uma vez, e eu fechei os olhos e senti meu corpo adormecer. Ele
colocou minhas pernas nos ombros e metia com muita vontade, olhando pra mim,
fazendo carinho no meu rosto e descendo a mão até meus seios. Ele me fodia
forte, rápido, deixando o pau sair, esfregar e entrar de novo em mim. Pedi pra
ele gozar na minha cara, e ele fez: Gozou nela toda, e ainda deu um tapinha na
minha cara. Tomamos um banho no córrego e ainda transamos mais uma vez lá,
sempre com beijos deliciosos. Ele me levantou no colo e começou a meter de
novo, como é forte meu caseiro! Eu delirava com aquele pau enorme e delicioso
na minha bucetinha, gozei horrores. Foi mágico, tudo de bom!
Saímos do córrego, molhados, e fomos nos
vestir. Continuamos nossa cavalgada, agora abraçados, até chegar a casa. Minha
sorte é que meu cabelo deu uma boa secada no vento, e ninguém percebeu nada.
Almoçamos um belo porco assado, com arroz, quiabo, milho, feijão tropeiro, tudo
plantado e colhido lá... Bem, meu caseiro me deixou com muita fome.
Agora,
toda vez que vou pra fazenda, tenho meu capataz particular...




Delícia de fodaa
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