quinta-feira, 30 de julho de 2015

AMOR E CRIME

Olá leitores, prontos para uma fuga muito louca e um amor verdadeiro?
O conto de hoje fala sobre um casal de assaltantes frios e perversos, mas que se amam de verdade. 
Deixe seu comentário logo abaixo, e mande suas sugestões por email!

Boa leitura!










Eu pilotando feito louco e ela no banco do passageiro, com aquela touca mostrando apenas seus belos olhos verdes, com os sacos no colo. Estávamos fugindo, e a polícia, com certeza, já estava atrás da gente. Corremos até uma casa abandonada, descemos, trocamos de roupas e saímos andando tranquilamente, como se nada tivesse acontecido. Como tínhamos roubados as bolsas da madame lá, colocamos tudo nas bolsas e fomos até um hotel, para nos hospedarmos como recém-chegas a cidade. Pegamos uma boa suíte e subimos, felizes, e rindo a toa.

- Cara, preciso tirar a roupa! – Disse ela, tirando a blusa e exibindo o sutiã preto, cheio de munição e dois seios maravilhosos. Ela estava com uma ponto quarenta na cintura, o que realçava suas belas curvas. Ela ia tirando a arma, as munições e a roupa com muita tranquilidade e inocência, deixando aquele cabelo comprido passear pelo corpo dela.
- Tira mesmo, vou mexer aqui nas coisas pra ver o que conseguimos – Disse eu, me sentando na poltrona e abrindo as bolsas.
- Velha filha da puta, me deu um arranhão no braço, tá sangrando!
- Relaxa, vai lavar que eu cuido aí
- Mulher burra do caralho. A gente armado, mandando a vadia calar a boca, e ela gritando, e ainda quer me pegar. Eu podia ter matado aquela vadia... – Disse ela, indo pro Banheiro.
- Sai fora, o lance era só pegar o dinheiro e as jóias e vazar.
- Ela deu mole, sozinha em casa, com dinheiro pra porra. Mas é isso ai.
- Acho que ninguém acha o carro lá na casa do Maneco não, né?
- Se acharem não dá nada. Deixei nada lá – Disse ela, voltando do banheiro  seminua, com uma toalhinha estancando o pequeno sangramento do arranhão.
- Hoje eu botei fé em você... Vem aqui, deixa eu ver isso.

Era um arranhão feio, de unhas, que tirou a pele. Sangrava um pouco, deve ter pego um vasinho... Fiz um curativo nela e continuei mexendo nas bolsas. Era dinheiro pra caralho, muitas joias e muitas bijuterias misturadas. Enquanto eu separava os colares, vi Aline deitada na cama assistindo TV, e fiquei pensando: Minha senta e deita de qualquer jeito, em qualquer lugar. Ela não tem frescuras, não arrega nem me deixa na mão. Minha mina não tem amigas, não gosta de putaria nem de conversinha, e topa tudo. Eu sou completamente pirado nela, nas suas curvas, sua inteligência... 




Me levantei e fui até ela, com um lindo colar de pérolas grandes, comprido como um cordão:

- Mor, olha isso – Disse eu, na beira da cama, esticando o colar
- Que lindo, é de verdade? – Disse ela, sentando na minha frente, na beira da cama
- Tão verdadeiro quanto o que sinto por você.

Coloquei o colar nela e lhe dei um beijo. Enquanto o colar descia, minhas mãos desciam pérola por pérola até chegar naqueles seios lindos e livres, seios de moça nova, durinhos... Fui beijando ela e me deitando por cima do seu corpo quentíssimo. Era a única hora em que parecíamos anjos, pessoas inocentes. Era a única hora de verdade, sem pressa, sem sufoco.
Ela me envolvia em seus braços enquanto eu mamava aos seios dela, passando a língua devagar, sentindo ela se arrepiar, passando a mão em meus cabelos. Eu subia, lambendo ela até o pescoço, o queixo, e mordia, e olhava nos olhos dela, da mina da minha vida.



Virei ela de costas e comecei a beijar as costas dela até chegar na nuca. Ela suspirava, ela arrepiava. Tirei minha roupa e voltei, e deitei de lado, pedindo para ela deitar de lado também, de costas pra mim. Com meu braço embaixo da cabeça dela, eu a puxava para beijar seu pescoço, enquanto minhas mãos esfregava a bucetinha dela. Ela respirava cada vez mais fundo e rápido. Então, penetrei ela, devagar, e ela gemia baixinho. Segurava os seios dela e metia mais rápido. Ela pedia mais, e eu queria mais. Fui virando com ela devagar enquanto metia, até ficar em cima dela, que empinava pra mim. Ela gemia e rebolava devagar, virando a cabeça para olhar pra mim, vermelha, suada... Até ficar de quatro, e eu, puxando seu rosto, lhe beijava, enquanto metia cada vez mais fundo. Gozamos muito gostoso, um seguido do outro. Ligamos a hidro, tomamos um bom banho, fizemos amor lá e voltamos. Voltei a separar as joias e, dessa vez, vi Aline deitada, dormindo como um anjo, praticamente a noite toda.




No dia seguinte, pela manhã, assistimos o jornal e vimos a notícia do nosso furto, já tinham achado até o carro. Estávamos tranquilos até sabermos que tinha sangue da Aline no carro. Pegamos os lençóis da suíte e levamos conosco, pois estavam sujos de sangue também. Separamos bijuterias e outras coisas sem valor numa bolsa e o dinheiro e joias em outra. Saímos, pegamos um táxi, de boa. No meio do caminho, jogamos a bolsa pela janela do taxi, nu rio, quando passávamos por uma ponte. O taxista olhou pra gente meio estranho, mas dissemos que era lixo (uma bolsa de couro caríssima). No dia do assalto, estávamos com roupa de motoqueiro, os dois, com toucas na cara e luva. Não dava pra saber que era um casal.

Fomos direto ao aeroporto e embarcamos pra outro estado, tudo em menos de 4 horas. Assim que entramos no avião, a polícia chegou e pediu que parasse, mas já era tarde... Estávamos decolando. Foi triste!

Estamos agora em um Resort, em um estado desse Brasil aí, prontos pra outra.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A COLECIONADORA DE PRAZERES - PT IV – MEU PRIMEIRO AMOR

Rio de Janeiro, 26 de Março de 2013


Hoje acordei mais disposta, sei lá, acho que estava pressentindo algo bom, ou simplesmente tive uma boa noite de sono. Mas ainda estou inquieta, porque eu queria muito estar trabalhando, mas o Robson não deixa. Bem, não é questão dele mandar em mim, mas ele me pediu pra ficar em casa por uns meses e ter a experiência de ser sustentada por um homem (bem, ele falou marido, mas eu ainda não estou acostumada com essa ideia. Que ele não leia isso!). Bem, esse é nosso terceiro mês morando juntos e o quinto de namoro. Eu nunca tinha morado com ninguém, pra mim ainda é esquisito tudo: tanto a convivência quanto ser dona de casa. Mas enfim...

Estava assistindo séries quando a campainha tocou: Eram flores, que mandaram pra mim, mas não eram flores comuns, eram frésias. Um belo buquê, apesar de serem flores simples. Pensei que eram do Robson, mas ele preferia me presentar com outras coisas, tipo chocolates, vinhos, etc. Me passaram mil coisas pela cabeça até eu me lembrar de olhar o bendito bilhete:


“A cada rua que passo, a cada frésia que vejo, sinto um pedacinho de você.

Faz muito tempo que não a vejo, quando finalmente achei você através do escritório em que você trabalhava. Desculpe o incômodo, pois não sei como está sua vida hoje e, se estiver livre, contate-me. Do contrário, apenas desconsidere tanto o bilhete quanto as flores, para não lhe causar problemas.
Ainda penso em você todos os dias...


Carinhosamente


Kléber.”

Eu fiquei muito nervosa, comecei a suar frio e me sentei no sofá. Eu não queria cheirar aquelas flores, ou mesmo encostar nelas. As deixei em cima da mesa e fiquei olhando pra elas, trêmula. Ele não devia ter ressurgido agora...
Kléber foi meu primeiro namorado, meu primeiro amor... Eu tinha apenas 15 anos, e na minha festa de aniversário ele foi meu princepe, no baile. Minha mãe aprovava nosso namoro, saíamos juntos, nos divertíamos... Até que um dia ele teve que ir embora: Seu avó havia falecido, e a mãe dele era a única herdeira das terras no Rio Grande do Sul. Ele teria de viajar em breve, e eu tinha de fazer algo inesquecível para que eu nunca saísse da cabeça e da vida dele.

Combinamos de fazer nossa primeira vez ser inesquecível. Fomos a um acampamento com a galera da escola, e acampamos mais longe da galera, perto a um córrego muito bonito. Passamos o dia bagunçando e à noite fomos descançar. Foi difícil convencer a professora a nos deixar dormir longe e juntos, mas por uma grana ela deixou. Kleber arrumou a barraca com lençóis lindos e, como não tínhamos achado rosas, pegamos frésias mesmo, da mata, para ornamentar aquele momento.
Começamos a descobrir o corpo um do outro delicadamente, com muitos beijos e muitos amassos, tirando lentamente a roupa. Nenhum de nós dois tinha tido ao menos contato com pornografia, então a gente não sabia muito, mas o instinto levou a gente a fazer o que tinha de fazer. Ele me beijava o pescoço enquanto me penetrava lentamente, e aquela mistura de dor com prazer fez nossa noite ser incrível. Fizemos amor a noite toda, com muito carinho e paciência, descobrindo como gozar é maravilhoso!

Ele foi embora e levou um pedaço de mim. Entrei em depressão profunda, chorava, não comia, até que ele veio uma vez me ver, em 2004. Ficamos a semana toda juntos, novamente, fazendo amor carinhosamente, como na primeira vez. Supliquei para que ficasse comigo, porque ele era o homem que eu amava, mas ele não podia. Ele já estava com uma empresa lá, não podia abandonar tudo e ficar comigo, e eu não podia largar minha carreira de contadora para ir com ele. Essa última despedida doeu muito mais que a primeira.

Agora, me vejo voltando tudo de novo, mas na melhor fase da minha vida, quando estou tentando amar alguém novamente. Não posso mais viver assim, não sei se ele vem apenas para um fim de semana, ou se vem morar aqui... Eu sei que não quero mais isso pra mim, e estou ótima como estou.
Quando me tranquilizei me levantei da cadeira, peguei as flores e dei longas cheiradas nas flores, lembrando exatamente como foi aquela noite, e depois coloquei na varanda. O cartão eu joguei fora. Não preciso dele...


Alessandra Hertcovitz Mendes

terça-feira, 28 de julho de 2015

A TIA DESCONHECIDA


Olá leitores, prontos para conhecer parentes novos?

O conto de hoje é um relato da experiência de Vinícius com uma tia cujo ele não conhecia... Ainda!

Não esqueça de mandar sua sugestão de conto no email!
Boa leitura!







Eu sempre odiei parentes aqui em casa, principalmente os do meu pai: Pessoal chato, que reclama de tudo e fala mal uns dos outros. O pior é que nossos pais acham que a gente tem que ser empregado desse pessoal!
Meu pai chamou uns irmãos dele para virem esse mês de férias aqui em casa. EU já briguei logo, disse que não queria, que não iria fazer nada pra eles:

       - Vinícius, não seja assim. Olha pelo lado bom, só vai vir uma tia sua! – Disse minha mãe, que também não gostava muito da família do meu pai
      - Eu não quero saber, vou ficar trancado no meu quarto o tempo todo. Não quero papo com ninguém! – Disse eu, muito impaciente. Eu queria sumir
       - Olha, melhor baixar a bola porque você sabe como é seu pai. Você vai receber a tia Cláudia e ponto final. E vai tratá-la bem. Talvez ela seja diferente dos outros. Essa eu ainda não conheço.
       - Nem eu. Vamos ver o que rola.

Na verdade, eu queria viajar, sair pra algum lugar sozinho. Acabei de completar dezoito anos e queria uma aventura nova, uma coisa mais diferente. Na verdade, eu queria ir pra uma farra com colegas, sair pra transar e beber, zuar. Mas minha nem trabalho ainda, e minha mãe não me dá dinheiro, mesmo sendo completamente liberal. Enfim...

Bem, a tia Cláudia chegou na segunda-feira, cheia de malas, fora ela. Era uma senhora conservada, com corpo bonito, cabelo loiro longo e pele morena clara. Veio cheia de abraços e beijos em todos, se enturmando, e eu apenas observando. Até que era legalzinha.

Os dias foram se passando e a tia Cláudia se mostrava mais legal do que eu pensei: Ajudava em casa, não tinha frescura, não reclamava nem exigia nada, apenas queria estar junto da gente, inclusive de mim. A única coisa que eu estranhava era que ela usava roupas muito curtas, decotes, minissaias, mini short, e sentava do meu lado enquanto eu jogava, almoçava ou fazia qualquer coisa fora do meu quarto.





Conversei sobre isso com um amigo meu e ele me disse que ela poderia estar dando mole pra mim. Cara, parece que meu amigo me tirou uma venda dos olhos! Por isso ela me cercava tanto, perguntava se eu tinha namorada, sempre ficava quando meus pais saiam. Eu não era inocente, mas eu não imaginava que minha própria tia seria capaz de querer me pegar. Confesso que não dormi umas duas noites pensando nisso.

 Tinha um bom tempo que eu não transava, e comecei a imaginar uma série de coisas e reparar na minha tia, uma mulher de 39 anos, rabuda, com uma cintura fina, seios médios, vestidas naquele short que deixava o rabo dela maior ainda, e um pacotão, que ela fazia questão de ficar me mostrando, passando na frente da TV enquanto eu jogava.  Comecei a ficar excitado pensando nisso, e fui pro meu quarto. Apenas fechei a porta e comecei a bater uma pensando nela. Comecei a ouvir, de longe, o pessoal chamando pra jantar, mas eu estava dentro dos  meus pensamentos, vendo ela tirar a roupa pra mim, mostrando aquele rabo enorme, quando de repente, ela abre a porta do quarto e me vê. Eu paro, gelado, e puxo um travesseiro pro meu colo pra esconder meu pau. Ela entra no quarto e fecha a porta:




      - Que coisa feia, a gente te chamando pra jantar e você aí fazendo imoralidades!
      - Tia, pelo amor de Deus, não conta nada...
      - Não vou contar nada, mas só se você deixar eu ver isso aí
      - Isso o que?
   - O que você tem aí, debaixo do travesseiro... – Disse ela, puxando o travesseiro, inclinada e exibindo aquele par de seios num decote que quase jogava eles pra fora. Eu engoli seco, enquanto olhava pra eles, e me excitava mais, até que ela puxou o travesseiro. Ela olhou pro meu pau, pra minha cara e deu um sorrisinho.
     - Vamos, se vista e vamos descer. Esse vai ser nosso segredinho se você prometer me mostrar isso aí direito mais tarde!
     - Qual é, tia? Você não contaria..
     - Ah, contaria sim, e na hora do jantar.
     - Você é louca!

Jantei tenso. Eu quase não comi direito, tentando não olhar pra ela, morrendo de rir com meus pais, contando histórias engraçadas. Eles me chamavam de grosso por não rir, mas se eles soubessem o quanto eu estava nervoso, eles não diriam isso.

No dia seguinte, quando cheguei da faculdade, vi que meus pais tinham saído. Parece que dessa vez até a tia Cláudia tinha vazado. Então, subi as escada e fui andando no corredor, indo pro meu quarto e mexendo no celular. Daí lembrei: Já que minha tia não está, vou entrar no quarto dela e pegar uma calcinha. Fui seco na maçaneta, quando ouvi um barulho dentro do quarto dela. Ela estava lá! Pensei sessenta vezes antes de abrir a porta, mas abri, e pra minha surpresa, ela estava se masturbando, deitada na cama. Ela levantou num súbito, sentou na cama assustada e mandou eu fechar a porta, mas eu entrei, e daí sim fechei.




        - Acho que agora estamos quites, não é?
     - Você é muito esperto, mas eu sabia que você ia chegar agora. Seus pais foram ao mercado, vão demorar muito
       - Você é louca!!!
       - Vamos, você tá me devendo algo, mostra aí

Eu ia saindo, quando ela me puxou pelo braço e me jogou na cama, e trancou a porta, e tirou a chave. Eu fiquei com medo, mas fiquei excitado com a situação em geral. Ela foi tirando a roupa, aos poucos, na minha frente. Tirava o top devagar, passando a mão nos seios e olhando pra mim, depois virou de costas e foi tirando a saia. Ela estava sem calcinha, e a medida em que ela ia abaixando, eu ia vendo aquele traseiro maravilhoso, redondinho... Então, a louca avançou pra cima de mim e começou a abrir minha calça, tirar ela, com muita violência. Arrancou minha cueca e caiu de boca no meu pau. Ela chupava muito, com muita vontade, enfiava na garganta até engasgar, apertando minhas coxas com força. Daí, ela massageava meu pau, chupando a cabecinha. Mamava demais, e eu estava enlouquecendo. Eu gozei logo, e muito, porque eu não transava há meses, e ela engoliu tudinho, e continuou me chupando feito louca. Eu tava com muito tesão, meu pau continuou daquele jeito, e então ela subiu em cima de mim e começou a sentar no meu pau. Fiquei com a visão daqueles seios gostosos na minha cara, e aquela bucetinha subindo e descendo no meu pau, com muita força. Ela gemia como louca, e se meus pais chegassem eles ouviriam, com certeza. O medo de eles chegarem, com a adrenalina de fuder a tia me deixavam mais louco ainda.



A louca levantou, virou de frente pra mim e começou a tremer e gritar muito, esfregando a bucetinha, até gozar. Ela deu uma esguichada monstra, bem na minha cara, me molhou todo! Nunca tinha visto aquilo, só em filme! Daí voltou a sentar no meu pau, de frente pra mim, enfiando os dedos que ela tinha esfregado nela na minha boca. “Eu sei que você gosta...”. Gemia e olhava pra mim, rebolando e quicando no meu pau, tremendo e gemendo. E eu enlouquecido, pedindo pra ela ficar de quatro pra mim, e ela não queria: “Deixa eu quicar até você gozar”.

Quando senti que eu ia gozar, suando feito um porco, ela finalmente desceu de cima de mim e pediu pra eu gozar na cara dela. Cara, levantei e comecei a bater uma na cara dela, enquanto ela abria a boca e apertava os seios. Gozei nela toda, na boca, nos seios, e ela lambendo o que caiu perto da boca. Que tesão louco!

- Bem, agora você tem uma pessoa para guardar seus segredos. Espero que esse seja só o primeiro – Disse ela, levantando e se pegando a toalha pra ir tomar banho.
- Pode deixar, tia!
- Agora vá, seus pais devem chegar a qualquer momento.


Tomei um banho delicioso e fui pro meu quarto, tirar um cochilo. Acordei e fui jantar, na mesa, com todos. Agora eu estava mais relaxado, afinal, agora eu sabia que nem todos os parentes são ruins, e que com alguns... Bem, melhor nem falar, né? 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A COLECIONADORA DE PRAZERES - PT III - O AMOR DE UM FIM DE SEMANA

Rio de Janeiro, 24 de Março de 2013



Acabei de chegar de chegar com o Robson de Fortaleza, fomos passar o fim de semana lá. Estou muito cansada, mas precisava escrever sobre o que essa viagem me trouxe de bom.
Primeiramente, me lembro que ano retrasado eu conheci um homem pela internet que demonstrou ser um cavalheiro, bem diferente dos outros brutamontes que já chegavam pedindo fotos ou abrindo web cam. Ele era gentil, atencioso, paciente, mas não tinha foto de perfil. Ficamos uns dois meses conversando por redes sociais até eu ter coragem de encontrá-lo. Veja bem como fui louca: Marquei um encontro à noite com um homem que não tinha visto nem por foto e não avisei a ninguém. Apenas fui.

Esperei na Quinze de Novembro, com um pouco de frio na barriga, mas ansiosa, quando meu telefone toca: Era ele, o Matheus, avisando que estava num carro preto, parado na minha frente. Fui caminhando rumo ao Corolla do moço desconhecido, bambeando. Já estava na merda mesmo, apenas entrei, sentei no banco do passageiro e me virei para olhá-lo. Juro que vi minha vida passar diante dos meus olhos, como uma pessoa no corredor da morte. “Nunca mais vou ver minha família, meus amigos! Será que tranquei bem a casa? Melhor eu ligar pra alguém e ligar o GPS...!

Olhei diretamente para ele. Mateus era um homem de meia-idade, cabelos grisalhos, feições alemãs. Lindos olhos esverdeados e um sorriso impecável. Se eu ficasse a noite toda explicando pra vocês o quanto Matheus era lindo, eu ia encher esse diário.

Fomos andando pela cidade enquanto conversávamos. Ele tinha uma voz agradável, um cheiro maravilhoso... Fui me encantando cada vez mais com ele, e relaxando minhas tensões. Saudades homens com conteúdo...
Chegamos (Depois de rodar a cidade quase toda) em um mega hotel, á beira da praia. Nem reparei muito no bairro aonde estávamos, porque ele abriu a porta pra mim, me pegou pela mão e entrou agarrado a mim, no hotel. Me senti uma princesa!

Fomos a uma suíte luxuosíssima, enorme, branca com vermelho. Simplesmente hotel mais incrível que já fui na minha vida. A varanda era de frente para  mar, com uma vista fantástica.
Ficamos na sacada sentados, olhando o mar e conversando. Jantamos, tomamos um bom vinho, e ele não deixava de me dar carinho, me admirar, me elogiar.

Depois de umas duas horas demos o nosso primeiro, e o segundo, e o terceiro, sentada no colo dele, enquanto ele me apertava contra seu corpo, me beijando o pescoço e a boca, me levando à loucura. Ele me pegou nos braços e me levou pra cama. Fizemos um amor muito gostoso, sensual, sem pressa... Ele me beijava enquanto metia, me fazia carinho... Me dava prazer de todos os jeitos!

Matheus chupava meus seios e ia metendo devagar, depois me beijava a boca e metia mais. Depois, eu pedi pra ele deitar e comecei a cavalgar nele, rebolando bem devagar. Era uma delícia ele, o sexo, a situação. Gozamos várias vezes seguidas, deliciosamente. Transamos várias vezes seguidas, em locais diferentes. Juro que me senti a mulher mais satisfeita do mundo.

Fomos embora no dia seguinte, e ele me deixou em casa, com uma bela cesta de café da manhã e flores. Eu fiquei apaixonada de verdade por ele, passava dias falando com ele o tempo todo, mas ele não queria nada sério, e não demonstrava. Um daqueles “cafajestes deliciosos” que a gente quer pra si, mas não consegue. Acabamos por fim nos afastando, mas ficaram as coisas boas na memória.

Ontem e hoje, no hotel, pude ter essa mesma sensação de dois anos atrás. Fiz amor por todos os lados, numa suíte incrível com um homem incrível. Fico feliz de saber que escolhi uma pessoa maravilhosa pra estar do meu lado agora...
Vai dar tudo certo!


Alessandra Hertcovitz Mendes

sexta-feira, 24 de julho de 2015

SEGREDO EM FAMÍLIA



Olá leitores, prontos para uma vizinha assanhada?
O conto de hoje fala sobre como o conselho de uma amiga pode influenciar num sexo maravilhoso!
Quer um conto com a sua cara? É só mandar um email: stefannysummer@gmail.com!
Boa leitura!



Meu marido e eu sempre fomos muito tradicionais, quase nunca saíamos para festas, passeios e afins. Nosso hobby era assistir um bom filme e comer pipoca, agarrados, na sala. Não tínhamos filhos, nem muitos amigos. Ele saia para o futebol, no máximo, e eu tinha minha amiga Solange, minha vizinha, que era uma companhia pra toda hora. Pra ela eu contava tudo, de glórias a perdas, e ela sempre compreensiva, me aconselhava maravilhosamente.

Certo dia lhe queixei que, depois de cinco anos de casada, eu já não sabia mais como inovar no casamento. Solange era divorciada há dois anos, após 13 anos de casamento. Seu ex-marido saiu do país para não sofrer. Ele corria atrás dela dia e noite, estava morrendo: não comia mais, não queria fazer nada, então, sua família da Argentina resolveu buscá-lo. Não temos mais notícias dele.

Pois, bem. Solange me contou muitas coisas que fez no seu casamento para que não acabasse a ‘chama’. Uma delas foi ter ficado com uma moça, e ela ter contado ao marido, e ele ter ficado excitado. Achei pobre a ideia: Rodrigo eram muito tradicional, não tendo dado ideia de nenhuma novidade até agora. Mas confesso que achei a ideia de ficar com uma mulher estranha. Sei que conversa vai e conversa vem, Solange me deu um beijo. Eu afastei e paralisei um pouco... Mas ela me puxou de novo e me beijou novamente e, dessa vez, eu acabei me entregando. Passamos o dia juntas, e vez ou outra ela me beijava. Carinhosa, atenciosa, ela me fez sentir uma mulher feliz... Mas, até aonde?



Passei a noite toda pensando em Solange. Aquela situação não podia continuar, uma hora meu marido iria descobrir ou nos pegar em flagrante. Rodrigo é muito sistemático, e iria me matar. Decidi naquela mesma noite que, no dia seguinte, eu iria conversar seriamente com ela.

Levantei cedo, limpei a casa e estava lavando o quintal. Olhei para o quintal da Solange e lá estava ela, botando o lixo pra fora. Ela veio até mim e começoua conversar, e eu cortei logo: ‘vamos entrar e conversar sério sobre algumas coisas’.
Chegamos na cozinha, peguei suco para ela e começamos a conversar. Falei a ela que não podíamos mais ficar, porque eu era casada, meu marido era muito sistemático, e se ele nos pegasse iria dar merda, e etc. Mas Solange me olhava daquele jeito, firmemente, e aquela boca bonita, e eu começava a gaguejar... Até que ouvimos uma buzina e nos assustamos. Ela levantou de supetão e derramou o suco na minha blusa – que era branca e, como eu estava em casa, eu não usava sutiã. Ela olhou pela janela, viu que não era aqui em casa e voltou, tentando limpar minha blusa. Ela começou a passar a mão nos meus seios, e não era para secá-los ou limpá-los. Passava os polegares nos biquinhos e depois apertava meus seios, olhando pra mim. Bem, o ruim disso tudo é que eu estava gostando, e isso estava extremamente delicioso.

Começamos a nos beijar, e ela foi tirando minha blusa devagar, enquanto beijava meu pescoço e ia descendo até meus seios. Ela os chupava com muita vontade, enquanto eu segurava nos cabelos dela. Então, ela me empurrou contra a mesa, me deitando, e tirou meu short, e se sentou na cadeira. Então, ela beijou meus pés e foi subindo, olhando pra mim com aquela cara de safada. Eu não tinha reações, eu tinha que parar, mas eu não conseguia. Eu segurava meus seios enquanto ela subia, beijando minha perna, minha coxa, minha virilha... E subia, beijando minha barriga, seios, pescoço, até me beijar na boca. Um beijo bem safado, lascivo, com aquela língua ligeira, e as borboletas no meu estômago...
Ela desceu, e começou a me lamber, bem devagar. Nessa hora, ouvi a porta mexer, mas nem me importei, devia ser o gato. Aquilo estava tão bom que eu nem me preocupei. Meu marido só chegava à noite.
Solange tinha uma língua deliciosa, e mamava muito meu grelinho. Eu sentia meu corpo tremer, minhas pernas bambearem... Tinha um bom tempo que eu não era chupada daquele jeito. Ela beijava minhas coxas e voltava a me chupar, e eu segurando a cabeça dela... E eu quase gozando, segurando nos seios, apertando meus biquinhos...




E meu marido chega.

Quase caí da mesa, com o susto que levei. Solange não fez nada além de parar. O semblante dela calmo me fez desconfiar por um momento de que aquilo foi combinado, mas eu estava trêmula, de tesão e de susto.

-Continuem! – Disse Rodrigo, calmamente, e eu sem entender nada, olhando pros dois, enquanto Solange voltava e me chupar. Então, ele chegou próximo a mim, e me deu um beijo na boca, no pescoço, na orelha, e eu voltei a me derreter na boca de Solange, deitada na mesa. Então, Rodrigo tirou o pau pra fora e colocou na minha boca. Comecei a chupa-lo com muita vontade, pois eu estava com muito tesão. Ele batia com o pau na minha cara, e depois enfiava de novo na minha boca. “chupa, cachorra, geme!”

Então, quando eu estava quase gozando, Solange parou e pediu pro Rodrigo terminar o serviço. Então, ele veio e começou a bater o pau na minha bucetinha, e depois e meter, bem devagar... Meu corpo ia adormecendo e tremendo de tesão, enquanto Solange mamava meus seios. Não durei três minutos e gozei ferozmente, tremia toda, gemia alto, e Rodrigo segurava firmemente minha perna e continuava metendo bem rápido. Eu não consigo explicar como aquilo foi louco, mas sei que gozei umas três vezes seguidas. Solange ria, me chupava os seios, o pescoço, me beijava, adorava, e eu em transe, quase sem forças, gozando infinitamente. Rodrigo gozou dentro de mim, muito, como se não gozasse há meses. Me sentei na mesa e beijei Rodrigo, depois beijei Solange... Aquilo estava estranho, mas muito excitante. Conversamos um pouco enquanto eu tentava me vestir, pois eu tremia muito. Os dois me juravam que não tinham combinado nada, mas, se foi ou não, foi a experiência mais louca que já tive na minha vida.

Hoje, Solange é nossa parceira secreta para sair da rotina. Nossos filmes ficaram mais animados e nossa amizade ficou bem mais sólida. Espero que de agora em diante, esse seja, para sempre, nosso segredo de família.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

A COLECIONADORA DE PRAZERES - PT II - LOUCOS VARRIDOS

Rio de Janeiro, 22 de Março de 2013


Hoje estou mais tranquila... Pensei que o Robson ia desconfiar de algo, mas acho que não. Levantou cedo e até fez o café. Tomamos juntos e ele foi trabalhar. Como minha consciência pesou! Mesmo eu tendo dormido muito bem, ainda fico pensando no que rolou.
Pois bem, esse café de hoje me lembrou um ficante que eu tive há um ano e meio atrás, chamado Jonas. Ele e eu saíamos escondidos, transávamos em locais inusitados e, uma vez, fizemos uma loucura: Tinha uma vizinha nossa que tinha uma mansão, com muro baixo. Meu bairro é bem tranquilo, depois das 21:00 não tem mais ninguém na rua. Estávamos embaixo da árvore, encostado no muro dela. Eram umas 23:00hrs, tínhamos tomado uns drinks e estávamos morrendo de calor – fora o da pegação. A gente lembrou que tinha essa piscina bem próxima ao muro que a gente estava e tivemos a bendita ideia de pular o muro e banhar na piscina dela.

Ele fez uma escadinha com as mãos e me ergueu até a ponta do muro. Eu subi e dei a mão pra ele. Entramos. A casa estava apagada, parecia que não tinha ninguém. Tiramos a roupa e entramos na piscina, de leve. Tiramos uns mergulhos e começamos a nos beijar, nos pegar... Eu dava uns mergulhos e chupava o pau dele embaixo dágua até perder o fôlego e voltar. Depois, eu comecei a flutuar na água, e ele me chupando. Cara, que coisa maneira! Parecia que a água estava tornando tudo mais gostoso!

Começamos a transar dentro da piscina, deliciosamente. Começou a ficar frio, e isso estava tornando as coisas mais excitantes. Daí, teve uma hora em que meu celular tocou alto, mas tão alto, que enxergamos a luz do quarto da mulher acender... CORRE!

Saímos da piscina atordoados, escalamos o muro pelados, ainda e começamos a correr! Hahahaha.

Mas não acabou por aí: Quando chegamos na esquina, estava vindo uma viatura. Corremos de volta até uma casa abandonada que tinha na rua (um antigo comércio, que a gente chutou a porta até arrombar... Hahaha), entramos e nos vestimos. Saímos de lá de qualquer jeito, desarrumados, molhados... Os policiais olharam pra nós, fizeram perguntas de sempre e se foram. Cara, a gente correu tanto até chegar em casa, com medo da vizinha dar parte por invasão... Foi o dia mais engraçado! Hahahaaha

  Já fiz muitas loucuras desse tipo, mas com esse cara, o Jonas, foi diferente. Ah, se não fossem uns defeitinhos ali, outros aqui... Ele poderia ser um Robson da vida!
Por falar nele, melhor eu ir. Tenho que organizar o jantar. Nunca pensei que estaria dizendo isso, logo eu, que jurei nunca casar. Mas, fazer o quê... Não é um casamento ainda, mas quem sabe. Eu gosto dele...


Alessandra Hertcovitz Mendes

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A COLECIONADORA DE PRAZERES - PT I - O CHURRASCO


Rio de Janeiro, 21 de Março de 2013


Eu resisti muito a comprar um bendito diário, mas tive que fazer, pois não confio em mais ninguém para guardar estes segredos tão profundos e perigosos. Eu sou uma pessoa livre e espontânea, que não esconde os desejos e não os reprime. Quando eu quero algo, eu quero já!



O babado desse fim de semana foi terrível! Eu jurei pra mim mesma que não ia trair meu namorado, reprimi todos os meus desejos até hoje, mas não teve como... Danosse.

A maioria das minhas aventuras aconteceram antes de eu me comprometer com Robson, que era uma aventura que eu não conseguir dar fim. Ele é uma delícia, calmo, não é ciumento, não me impede de sair... Enfim, achei que quando eu namorasse de verdade, eu iria ser fiel. Bem, eu tentei. Mas eu prometo que não vai mais acontecer. Estou escrevendo mais pela consciência pesada... A finalidade deste diário é relembrar e registrar todas as minhas aventuras do passado. Afinal, o que é bom não dá pra esquecer!

Bem, o Robson chamou uns amigos para um churrasco lá em casa. Eu, por mais liberal que seja, não sou tão paciente pra rodinha de homens. Fiz apenas a comida, organizei a casa e fiquei assistindo séries na TV da cozinha. Eles riam alto, zuavam, jogavam videogame, bebia e mastigavam carne a tarde toda. Programa de homem, acho. Hahahaha. Mas, desde que eles chegaram, um deles estava me olhando muito, me seguindo. Chegou a me encoxar na pia, e eu na minha. Siiiim, eu fiquei tentada, mas eu estava na minha.

No fim do dia já estavam todos bêbados, ouvindo música e jogando play. Eu estava entediada e fui tomar banho para me deitar, afinal, já estava tudo arrumado. Quando abri a porta do banheiro, lá estava o sujeito, terminando de fechar as calças. Quando me viu, se assustou, e eu me virei pra sair, pedindo desculpas. Ele agarrou no meu braço e me puxou pra dentro do banheiro, e me beijou, e me mordeu... Juuuuro que eu tentei resistir, mas não deu. Como eu estava apenas de toalha, ele a tirou e me chupou toda. Juro que foi um dos melhores orais da minha vida, sentada na tampa do vaso, e ele com aquela linguinha rápida... Pude gritar, porque ninguém ia ouvir, pude gemer, esfregar minha xereca na cara dele e tudo mais, e o melhor: Não precisei retribuir nada. Ele apenas fez eu gozar na boca dele e vazou. Tomei um banho maravilhoso, e fui dormir. Acordei no dia seguinte, apenas.

Sabe, minha consciência pesou, mas enfim, já foi, né. Robson não se lembra de muita coisa. Bebeu demais. Espero não voltar a fazer isso.

Daqui pra frente vou ficar apenas com minhas boas lembranças de solteira, escrever tudo aqui e sempre dar risada e me excitar lendo todas as minhas histórias loucas. Espero que um dia, quando alguém puder ler, eu esteja bem longe, ou tenha parado com essa zoeira. Hahaha

Mas que é bom, é!



Alessandra Hertcovitz Mendes