quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O NOVO SABOR

Olá leitores, prontos para entrar numa fria boa hoje?
O conto de hoje fala sobre uma sorveteira MILF e um novinho bem curioso...
Já mandou sua sugestão? 

Boa leitura!




Conheço Dona Marta desde garoto, e sempre no mesmo ofício: vendendo sorvetes. Hoje eu tenho 19 anos e continuo sendo cliente dela, compro fiado e tudo mais. Sempre conversamos bastante, mas de um tempo pra cá, nossa conversa se tornou mais adulta, com ela me perguntando sobre minha vida, sobre meu trabalho, querendo saber mais sobre mim. Certo dia ela resolveu me pedir meu número, e eu dei, despretensiosamente. Ela tinha me falado que precisava sair mais, que estava meio sozinha, que o marido tinha abandonado ela há uns anos e que desde então tinha saído poucas vezes. Uma conversa bem estranha, mas eu não tinha visto maldade nenhuma.

Dona Marta me chamou no whatsapp e começamos a conversar. Aos poucos, percebi que ela estava dando mole pra mim. Eu sempre fiquei com novinhas, nunca tinha pensado em ficar com alguém mais velha que eu, e principalmente ela. Ela não era uma coroa de se jogar fora, e estava muito bonita pra idade dela. Confesso que fiquei pensando nisso.
No dia seguinte, estava voltando do trabalho e passei em frente à sorveteria. Lé estava ela, agindo naturalmente, como se nada tivéssemos conversado na noite anterior. Segui a linha de conversa dela, peguei meu picolé e fui embora.
à noite, antes de dormir, dei boa noite no whats, e ela respondeu com um nude. Cara, confesso que fiquei meio chocado, mas depois comecei a me excitar bastante, com aqueles seios morenos, bicudinhos, arrepiados. Ela disse que, se eu quisesse, era só pedir. Conversamos um pouco mais de sacanagens, e fui dormir.


     Quando voltei do trabalho, novamente, a loja dela estava fechada, mas ela estava no portão. Me chamou, conversamos um pouco (todos os dois com a cara limpa, como se não tivéssemos conversado nada) e ela me chamou pra entrar. Fomos para a loja, e ela pegou um sorvete pra mim. Só que, ao invés dela me dar o sorvete, começou a lambê-lo.

     Ela chupava o sorvete, e olhava pra mim, com cara de safada. Depois, abriu a blusa e começou a passar o sorvete nos seios, que iam se arrepiando aos poucos. Ela dava suspiros e pulinhos quando passava o sorvete nos biquinhos, e aquilo estava me excitando muito. “Eu sei que você quer, vem chupar!”
Apertei os seios dela cheios de sorvete e comecei a chupá-los. Ela já estava trêmula, pois não transava há um bom tempo. Comecei a tirar a roupa dela, revelando um corpo bonito, com poucas marcas de idade. Ela se sentou em cima do freezer, tirou a calcinha e começou a se tocar. Eu fiquei uns minutos olhando pra ela, me olhando, enquanto eu tirava a roupa também.




     Peguei o sorvete e esfreguei na bucetinha dela, e depois passava a língua bem devagar, sentindo ela dar pulinhos, tanto de tesão quanto pelo gelado. Ela apertava minha cabeça entre as pernas, e eu as segurava. Até que eu abri bem as pernas dela, segurei com força pra ela não as fechar mais e comecei a chupar ela bem rápido, com a boca gelada. Ela gritava, agarrava o freezer com força e tremia muito. Quando eu senti que ela ia gozar, parei. Ela, num súbito, se levantou, virou de costas pra mim, em pé, apoiada no freezer. “Mete essa rola grossa em mim, agora!”

     Não pensei duas vezes: Meti nela, bem devagar, e ela rebolava devagar em mim. Ela estava me deixando louco. Estava apertadinha, molhada, louca... Quando ela sentiu que ia gozar, me pediu pra segurá-la, e meter mais forte ainda, então, a agarrei pela cintura e comecei a estocar. Ela arranhava a tampa do freezer, tentando achar algum apoio pro corpo, mas tremia tanto que não tinha mais coordenação. De repente, ela soltou um grito: Estava gozando. As pernas dela perderam as forças, e eu segurei ela pra não cair. Senti algo escorrendo na minha coxa e, quando tirei o pau de dentro dela, vi que ela tinha gozado muito. Nunca tinha visto uma mulher gozar tanto. Segurei ela de novo, com uma das pernas em cima do freezer e comecei a meter forte, e ela sem forças nas pernas, gemendo muito, suada, louca. Gozei tão forte que nem vi, dentro dela. Quando tirei o pau de dentro, vi escorrer o gozo da bucetinha dela. Ela se virou, olhou pra mim e disse:

     - Podia ter gozado na minha boca!

     Fui ao delírio de novo. Nunca imaginei tanto tesão num dia só.



      Nos vestimos e conversamos um pouco e depois eu fui pra casa, tomei um banho e fui jantar. Conversei a noite toda com ela no whats, e ainda fizemos sexo virtual. Confesso que fiquei amarradão na Dona Márcia e, até hoje, vou tomar um sorvete com ela, até de madrugada...



Beijos&Desejos

terça-feira, 4 de agosto de 2015

AVENTURA NA FAZENDA

Olá leitores, prontos para uma aventura selvagem?

O conto de hoje é sobre um caseiro e uma moça, de mundos completamentes diferentes, mas que vão se dar super bem! :)
Lembrando que os comentários estão ativados!
Boa leitura!



Resolvemos passar um fim de semana na fazenda do Carlão, amigo do meu pai e da família. Ficamos empolgados, porque adoramos a natureza, e a fazenda dele, então: Tinham cavalos, porcos, galinhas, vacas, córrego... Tudo de bom!





Chegando lá, fomos recebidos com um belo café da manhã fresco, com tudo da fazenda. Comemos bastante e começamos a conversar. Carlão morava lá com a esposa, um filho, e um caseiro bem rústico, alto, forte, com barba e roupa grosseiras, mas era bonito e gentil, de poucas palavras. Sim, fiquei vidrada nele. Sempre fui louca por homens rústicos, e esse parecia ter caído do céu pra mim!

Falei pro meu pai que queria andar a cavalo pela fazenda, e já ia pegando um cavalo, quando meu pai falou que ia matar um porco com o Carlão e não poderia me levar, mas que Frederico (o caseiro) poderia ir comigo. Fiquei muito feliz, até porque seria uma chance de estar juntinha a ele. Minha mente maliciosa não me deixava agir, até que vi ele vindo com uma bela égua manchada. Me ajudou a montar, me ensinou várias coisas e finalmente montou atrás de mim, e começamos a cavalgar. Tinha uma trilha específica, que passava por dentro do rio, até as delimitações da fazenda. Fomos andando calados, e quando estávamos bem longe da casa, eu comecei a me encostar nele, que estava longe de mim. Eu encostava, e ele afastava, até que ele quase caiu da égua. Ele parou o cavalo e perguntou o que eu tava fazendo. Eu lhe disse que não estava fazendo nada, e me afastei pra frente de novo, e voltamos à posição do inicio.



Continuamos cavalgando, e voltei a me encostar nele e, dessa vez, ele deixou. O movimento do cavalo ia fazendo eu me esfregava nele, e eu me recostava nele, e ele não falava nada. Aquele cheiro de macho, as mãos grossas, aquela cara de mau, tudo me fazia delirar, e eu ia me esfregando e delirando, até que senti aquelas mãos grossas encostando na  minha coxa, segurando as rédeas. Peguei naquelas mãos grossas e comecei a esfregar na minha perna, até que ele parou a égua de novo, perto do córrego. Ele desceu e perguntou o que eu queria. Eu desci do cavalo e olhei firme nos olhos dele, e disse que queria ele. Frederico ficou meio sem jeito, mas com a mesma cara de mau. Sem falar nada, eu puxei o rosto dele e lhe dei um beijo, rápido, e fiquei olhando pra ele. Percebi que ele começou a ficar muito nervoso e o chamei pra irmos embora. Ele me pegou pelo braço e me deu um beijo, longo, faminto, já me apertando pra junto daquele corpo forte.

Nos beijamos um tempão, até ele começar a me beijar e morder o pescoço, os seios, bem selvagem. Fomos para a beira do córrego e começamos a tirar a roupa um do outro, com muita pressa, nos beijando loucamente. Comecei a chupá-lo bem rápido, passando a língua no pau dele, inteiro, enorme, e esfregando nos meus seios, batendo com ele na minha boca e chupando de novo. Ele agarrou no meu cabelo e me botava pra chupar mais rápido, enquanto me olhava, vermelho, mas com a mesma cara de bravo, de forte... Me puxou e me deu outro beijo, descendo a boca até meus seios, chupando eles e dando mordidinhas bem gostosas. Depois, colocou a camisa dele no chão, me deitou e começou a esfregar o pau dele na minha xota.




 Eu estava muito molhada, e gemia muito enquanto ele esfregava e botava os dedos na minha boca. Ele me penetrou de uma vez, e eu fechei os olhos e senti meu corpo adormecer. Ele colocou minhas pernas nos ombros e metia com muita vontade, olhando pra mim, fazendo carinho no meu rosto e descendo a mão até meus seios. Ele me fodia forte, rápido, deixando o pau sair, esfregar e entrar de novo em mim. Pedi pra ele gozar na minha cara, e ele fez: Gozou nela toda, e ainda deu um tapinha na minha cara. Tomamos um banho no córrego e ainda transamos mais uma vez lá, sempre com beijos deliciosos. Ele me levantou no colo e começou a meter de novo, como é forte meu caseiro! Eu delirava com aquele pau enorme e delicioso na minha bucetinha, gozei horrores. Foi mágico, tudo de bom!



Saímos do córrego, molhados, e fomos nos vestir. Continuamos nossa cavalgada, agora abraçados, até chegar a casa. Minha sorte é que meu cabelo deu uma boa secada no vento, e ninguém percebeu nada. Almoçamos um belo porco assado, com arroz, quiabo, milho, feijão tropeiro, tudo plantado e colhido lá... Bem, meu caseiro me deixou com muita fome.
Agora, toda vez que vou pra fazenda, tenho meu capataz particular...


A COLECIONADORA DE PRAZERES - PT V – FETICHE POR BATOM

Rio de Janeiro, 2 de abril de 2013
             
Consegui um emprego num escritório aqui na barra. Tive que comprar vários sapatos, roupas e maquiagem. O mais legal de finalmente ter conseguido um emprego – com horário e salário que eu sempre quis – é que o Robson concordou com tudo. Sim, ele me deixou trabalhar! Afinal, meio expediente, perto de casa... Tudo de bom.
Enquanto eu me maquiava hoje pela manhã viajei com uma lembrança engraçada e excitante que tive. Era um ficante meu, que era louco por batom. Eu saia com ele pra jantar, cinema, etc., e ele me pedia para retocar o batom e, enquanto eu o fazia, ele ficava paradão, olhando, de boca aberta, excitado. Eu fazia com o maior prazer, olhando pra ele. Uma vez, fomos a uma festa a fantasia, de Halloween, e estávamos vestidos de casal múmia, enfaixados completamente, apenas com roupas íntimas. Começamos a nos pegar mais forte na balada e fomos para uma varanda que ficava atrás da casa e começamos a nos beijar. Sujei ele todo com um batom vermelho que estava usando, e ele ficou louco: Pediu pra eu passar o batom novamente, para beijá-lo, mas eu fiz diferente: Tirei as faixas dele e comecei a chupá-lo, sujando o pau dele todo de batom. Ele delirava, gemia alto de prazer, se derretia, tremia... Gozou muito rápido, na minha boca. Nunca vi um fetiche louco como esse, mas achei maneiro. Eu topo tudo mesmo... Hahaha.
Bem, sobre o emprego, hoje é meu segundo dia, e pelo que vejo, é o emprego dos sonhos mesmo. Meu chefe é um máximo, além de ser um gato.
Mas enfim. Vou jantar. Hoje tem pizza!



Alessandra Hertcovitz Mendes

quinta-feira, 30 de julho de 2015

AMOR E CRIME

Olá leitores, prontos para uma fuga muito louca e um amor verdadeiro?
O conto de hoje fala sobre um casal de assaltantes frios e perversos, mas que se amam de verdade. 
Deixe seu comentário logo abaixo, e mande suas sugestões por email!

Boa leitura!










Eu pilotando feito louco e ela no banco do passageiro, com aquela touca mostrando apenas seus belos olhos verdes, com os sacos no colo. Estávamos fugindo, e a polícia, com certeza, já estava atrás da gente. Corremos até uma casa abandonada, descemos, trocamos de roupas e saímos andando tranquilamente, como se nada tivesse acontecido. Como tínhamos roubados as bolsas da madame lá, colocamos tudo nas bolsas e fomos até um hotel, para nos hospedarmos como recém-chegas a cidade. Pegamos uma boa suíte e subimos, felizes, e rindo a toa.

- Cara, preciso tirar a roupa! – Disse ela, tirando a blusa e exibindo o sutiã preto, cheio de munição e dois seios maravilhosos. Ela estava com uma ponto quarenta na cintura, o que realçava suas belas curvas. Ela ia tirando a arma, as munições e a roupa com muita tranquilidade e inocência, deixando aquele cabelo comprido passear pelo corpo dela.
- Tira mesmo, vou mexer aqui nas coisas pra ver o que conseguimos – Disse eu, me sentando na poltrona e abrindo as bolsas.
- Velha filha da puta, me deu um arranhão no braço, tá sangrando!
- Relaxa, vai lavar que eu cuido aí
- Mulher burra do caralho. A gente armado, mandando a vadia calar a boca, e ela gritando, e ainda quer me pegar. Eu podia ter matado aquela vadia... – Disse ela, indo pro Banheiro.
- Sai fora, o lance era só pegar o dinheiro e as jóias e vazar.
- Ela deu mole, sozinha em casa, com dinheiro pra porra. Mas é isso ai.
- Acho que ninguém acha o carro lá na casa do Maneco não, né?
- Se acharem não dá nada. Deixei nada lá – Disse ela, voltando do banheiro  seminua, com uma toalhinha estancando o pequeno sangramento do arranhão.
- Hoje eu botei fé em você... Vem aqui, deixa eu ver isso.

Era um arranhão feio, de unhas, que tirou a pele. Sangrava um pouco, deve ter pego um vasinho... Fiz um curativo nela e continuei mexendo nas bolsas. Era dinheiro pra caralho, muitas joias e muitas bijuterias misturadas. Enquanto eu separava os colares, vi Aline deitada na cama assistindo TV, e fiquei pensando: Minha senta e deita de qualquer jeito, em qualquer lugar. Ela não tem frescuras, não arrega nem me deixa na mão. Minha mina não tem amigas, não gosta de putaria nem de conversinha, e topa tudo. Eu sou completamente pirado nela, nas suas curvas, sua inteligência... 




Me levantei e fui até ela, com um lindo colar de pérolas grandes, comprido como um cordão:

- Mor, olha isso – Disse eu, na beira da cama, esticando o colar
- Que lindo, é de verdade? – Disse ela, sentando na minha frente, na beira da cama
- Tão verdadeiro quanto o que sinto por você.

Coloquei o colar nela e lhe dei um beijo. Enquanto o colar descia, minhas mãos desciam pérola por pérola até chegar naqueles seios lindos e livres, seios de moça nova, durinhos... Fui beijando ela e me deitando por cima do seu corpo quentíssimo. Era a única hora em que parecíamos anjos, pessoas inocentes. Era a única hora de verdade, sem pressa, sem sufoco.
Ela me envolvia em seus braços enquanto eu mamava aos seios dela, passando a língua devagar, sentindo ela se arrepiar, passando a mão em meus cabelos. Eu subia, lambendo ela até o pescoço, o queixo, e mordia, e olhava nos olhos dela, da mina da minha vida.



Virei ela de costas e comecei a beijar as costas dela até chegar na nuca. Ela suspirava, ela arrepiava. Tirei minha roupa e voltei, e deitei de lado, pedindo para ela deitar de lado também, de costas pra mim. Com meu braço embaixo da cabeça dela, eu a puxava para beijar seu pescoço, enquanto minhas mãos esfregava a bucetinha dela. Ela respirava cada vez mais fundo e rápido. Então, penetrei ela, devagar, e ela gemia baixinho. Segurava os seios dela e metia mais rápido. Ela pedia mais, e eu queria mais. Fui virando com ela devagar enquanto metia, até ficar em cima dela, que empinava pra mim. Ela gemia e rebolava devagar, virando a cabeça para olhar pra mim, vermelha, suada... Até ficar de quatro, e eu, puxando seu rosto, lhe beijava, enquanto metia cada vez mais fundo. Gozamos muito gostoso, um seguido do outro. Ligamos a hidro, tomamos um bom banho, fizemos amor lá e voltamos. Voltei a separar as joias e, dessa vez, vi Aline deitada, dormindo como um anjo, praticamente a noite toda.




No dia seguinte, pela manhã, assistimos o jornal e vimos a notícia do nosso furto, já tinham achado até o carro. Estávamos tranquilos até sabermos que tinha sangue da Aline no carro. Pegamos os lençóis da suíte e levamos conosco, pois estavam sujos de sangue também. Separamos bijuterias e outras coisas sem valor numa bolsa e o dinheiro e joias em outra. Saímos, pegamos um táxi, de boa. No meio do caminho, jogamos a bolsa pela janela do taxi, nu rio, quando passávamos por uma ponte. O taxista olhou pra gente meio estranho, mas dissemos que era lixo (uma bolsa de couro caríssima). No dia do assalto, estávamos com roupa de motoqueiro, os dois, com toucas na cara e luva. Não dava pra saber que era um casal.

Fomos direto ao aeroporto e embarcamos pra outro estado, tudo em menos de 4 horas. Assim que entramos no avião, a polícia chegou e pediu que parasse, mas já era tarde... Estávamos decolando. Foi triste!

Estamos agora em um Resort, em um estado desse Brasil aí, prontos pra outra.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

A COLECIONADORA DE PRAZERES - PT IV – MEU PRIMEIRO AMOR

Rio de Janeiro, 26 de Março de 2013


Hoje acordei mais disposta, sei lá, acho que estava pressentindo algo bom, ou simplesmente tive uma boa noite de sono. Mas ainda estou inquieta, porque eu queria muito estar trabalhando, mas o Robson não deixa. Bem, não é questão dele mandar em mim, mas ele me pediu pra ficar em casa por uns meses e ter a experiência de ser sustentada por um homem (bem, ele falou marido, mas eu ainda não estou acostumada com essa ideia. Que ele não leia isso!). Bem, esse é nosso terceiro mês morando juntos e o quinto de namoro. Eu nunca tinha morado com ninguém, pra mim ainda é esquisito tudo: tanto a convivência quanto ser dona de casa. Mas enfim...

Estava assistindo séries quando a campainha tocou: Eram flores, que mandaram pra mim, mas não eram flores comuns, eram frésias. Um belo buquê, apesar de serem flores simples. Pensei que eram do Robson, mas ele preferia me presentar com outras coisas, tipo chocolates, vinhos, etc. Me passaram mil coisas pela cabeça até eu me lembrar de olhar o bendito bilhete:


“A cada rua que passo, a cada frésia que vejo, sinto um pedacinho de você.

Faz muito tempo que não a vejo, quando finalmente achei você através do escritório em que você trabalhava. Desculpe o incômodo, pois não sei como está sua vida hoje e, se estiver livre, contate-me. Do contrário, apenas desconsidere tanto o bilhete quanto as flores, para não lhe causar problemas.
Ainda penso em você todos os dias...


Carinhosamente


Kléber.”

Eu fiquei muito nervosa, comecei a suar frio e me sentei no sofá. Eu não queria cheirar aquelas flores, ou mesmo encostar nelas. As deixei em cima da mesa e fiquei olhando pra elas, trêmula. Ele não devia ter ressurgido agora...
Kléber foi meu primeiro namorado, meu primeiro amor... Eu tinha apenas 15 anos, e na minha festa de aniversário ele foi meu princepe, no baile. Minha mãe aprovava nosso namoro, saíamos juntos, nos divertíamos... Até que um dia ele teve que ir embora: Seu avó havia falecido, e a mãe dele era a única herdeira das terras no Rio Grande do Sul. Ele teria de viajar em breve, e eu tinha de fazer algo inesquecível para que eu nunca saísse da cabeça e da vida dele.

Combinamos de fazer nossa primeira vez ser inesquecível. Fomos a um acampamento com a galera da escola, e acampamos mais longe da galera, perto a um córrego muito bonito. Passamos o dia bagunçando e à noite fomos descançar. Foi difícil convencer a professora a nos deixar dormir longe e juntos, mas por uma grana ela deixou. Kleber arrumou a barraca com lençóis lindos e, como não tínhamos achado rosas, pegamos frésias mesmo, da mata, para ornamentar aquele momento.
Começamos a descobrir o corpo um do outro delicadamente, com muitos beijos e muitos amassos, tirando lentamente a roupa. Nenhum de nós dois tinha tido ao menos contato com pornografia, então a gente não sabia muito, mas o instinto levou a gente a fazer o que tinha de fazer. Ele me beijava o pescoço enquanto me penetrava lentamente, e aquela mistura de dor com prazer fez nossa noite ser incrível. Fizemos amor a noite toda, com muito carinho e paciência, descobrindo como gozar é maravilhoso!

Ele foi embora e levou um pedaço de mim. Entrei em depressão profunda, chorava, não comia, até que ele veio uma vez me ver, em 2004. Ficamos a semana toda juntos, novamente, fazendo amor carinhosamente, como na primeira vez. Supliquei para que ficasse comigo, porque ele era o homem que eu amava, mas ele não podia. Ele já estava com uma empresa lá, não podia abandonar tudo e ficar comigo, e eu não podia largar minha carreira de contadora para ir com ele. Essa última despedida doeu muito mais que a primeira.

Agora, me vejo voltando tudo de novo, mas na melhor fase da minha vida, quando estou tentando amar alguém novamente. Não posso mais viver assim, não sei se ele vem apenas para um fim de semana, ou se vem morar aqui... Eu sei que não quero mais isso pra mim, e estou ótima como estou.
Quando me tranquilizei me levantei da cadeira, peguei as flores e dei longas cheiradas nas flores, lembrando exatamente como foi aquela noite, e depois coloquei na varanda. O cartão eu joguei fora. Não preciso dele...


Alessandra Hertcovitz Mendes

terça-feira, 28 de julho de 2015

A TIA DESCONHECIDA


Olá leitores, prontos para conhecer parentes novos?

O conto de hoje é um relato da experiência de Vinícius com uma tia cujo ele não conhecia... Ainda!

Não esqueça de mandar sua sugestão de conto no email!
Boa leitura!







Eu sempre odiei parentes aqui em casa, principalmente os do meu pai: Pessoal chato, que reclama de tudo e fala mal uns dos outros. O pior é que nossos pais acham que a gente tem que ser empregado desse pessoal!
Meu pai chamou uns irmãos dele para virem esse mês de férias aqui em casa. EU já briguei logo, disse que não queria, que não iria fazer nada pra eles:

       - Vinícius, não seja assim. Olha pelo lado bom, só vai vir uma tia sua! – Disse minha mãe, que também não gostava muito da família do meu pai
      - Eu não quero saber, vou ficar trancado no meu quarto o tempo todo. Não quero papo com ninguém! – Disse eu, muito impaciente. Eu queria sumir
       - Olha, melhor baixar a bola porque você sabe como é seu pai. Você vai receber a tia Cláudia e ponto final. E vai tratá-la bem. Talvez ela seja diferente dos outros. Essa eu ainda não conheço.
       - Nem eu. Vamos ver o que rola.

Na verdade, eu queria viajar, sair pra algum lugar sozinho. Acabei de completar dezoito anos e queria uma aventura nova, uma coisa mais diferente. Na verdade, eu queria ir pra uma farra com colegas, sair pra transar e beber, zuar. Mas minha nem trabalho ainda, e minha mãe não me dá dinheiro, mesmo sendo completamente liberal. Enfim...

Bem, a tia Cláudia chegou na segunda-feira, cheia de malas, fora ela. Era uma senhora conservada, com corpo bonito, cabelo loiro longo e pele morena clara. Veio cheia de abraços e beijos em todos, se enturmando, e eu apenas observando. Até que era legalzinha.

Os dias foram se passando e a tia Cláudia se mostrava mais legal do que eu pensei: Ajudava em casa, não tinha frescura, não reclamava nem exigia nada, apenas queria estar junto da gente, inclusive de mim. A única coisa que eu estranhava era que ela usava roupas muito curtas, decotes, minissaias, mini short, e sentava do meu lado enquanto eu jogava, almoçava ou fazia qualquer coisa fora do meu quarto.





Conversei sobre isso com um amigo meu e ele me disse que ela poderia estar dando mole pra mim. Cara, parece que meu amigo me tirou uma venda dos olhos! Por isso ela me cercava tanto, perguntava se eu tinha namorada, sempre ficava quando meus pais saiam. Eu não era inocente, mas eu não imaginava que minha própria tia seria capaz de querer me pegar. Confesso que não dormi umas duas noites pensando nisso.

 Tinha um bom tempo que eu não transava, e comecei a imaginar uma série de coisas e reparar na minha tia, uma mulher de 39 anos, rabuda, com uma cintura fina, seios médios, vestidas naquele short que deixava o rabo dela maior ainda, e um pacotão, que ela fazia questão de ficar me mostrando, passando na frente da TV enquanto eu jogava.  Comecei a ficar excitado pensando nisso, e fui pro meu quarto. Apenas fechei a porta e comecei a bater uma pensando nela. Comecei a ouvir, de longe, o pessoal chamando pra jantar, mas eu estava dentro dos  meus pensamentos, vendo ela tirar a roupa pra mim, mostrando aquele rabo enorme, quando de repente, ela abre a porta do quarto e me vê. Eu paro, gelado, e puxo um travesseiro pro meu colo pra esconder meu pau. Ela entra no quarto e fecha a porta:




      - Que coisa feia, a gente te chamando pra jantar e você aí fazendo imoralidades!
      - Tia, pelo amor de Deus, não conta nada...
      - Não vou contar nada, mas só se você deixar eu ver isso aí
      - Isso o que?
   - O que você tem aí, debaixo do travesseiro... – Disse ela, puxando o travesseiro, inclinada e exibindo aquele par de seios num decote que quase jogava eles pra fora. Eu engoli seco, enquanto olhava pra eles, e me excitava mais, até que ela puxou o travesseiro. Ela olhou pro meu pau, pra minha cara e deu um sorrisinho.
     - Vamos, se vista e vamos descer. Esse vai ser nosso segredinho se você prometer me mostrar isso aí direito mais tarde!
     - Qual é, tia? Você não contaria..
     - Ah, contaria sim, e na hora do jantar.
     - Você é louca!

Jantei tenso. Eu quase não comi direito, tentando não olhar pra ela, morrendo de rir com meus pais, contando histórias engraçadas. Eles me chamavam de grosso por não rir, mas se eles soubessem o quanto eu estava nervoso, eles não diriam isso.

No dia seguinte, quando cheguei da faculdade, vi que meus pais tinham saído. Parece que dessa vez até a tia Cláudia tinha vazado. Então, subi as escada e fui andando no corredor, indo pro meu quarto e mexendo no celular. Daí lembrei: Já que minha tia não está, vou entrar no quarto dela e pegar uma calcinha. Fui seco na maçaneta, quando ouvi um barulho dentro do quarto dela. Ela estava lá! Pensei sessenta vezes antes de abrir a porta, mas abri, e pra minha surpresa, ela estava se masturbando, deitada na cama. Ela levantou num súbito, sentou na cama assustada e mandou eu fechar a porta, mas eu entrei, e daí sim fechei.




        - Acho que agora estamos quites, não é?
     - Você é muito esperto, mas eu sabia que você ia chegar agora. Seus pais foram ao mercado, vão demorar muito
       - Você é louca!!!
       - Vamos, você tá me devendo algo, mostra aí

Eu ia saindo, quando ela me puxou pelo braço e me jogou na cama, e trancou a porta, e tirou a chave. Eu fiquei com medo, mas fiquei excitado com a situação em geral. Ela foi tirando a roupa, aos poucos, na minha frente. Tirava o top devagar, passando a mão nos seios e olhando pra mim, depois virou de costas e foi tirando a saia. Ela estava sem calcinha, e a medida em que ela ia abaixando, eu ia vendo aquele traseiro maravilhoso, redondinho... Então, a louca avançou pra cima de mim e começou a abrir minha calça, tirar ela, com muita violência. Arrancou minha cueca e caiu de boca no meu pau. Ela chupava muito, com muita vontade, enfiava na garganta até engasgar, apertando minhas coxas com força. Daí, ela massageava meu pau, chupando a cabecinha. Mamava demais, e eu estava enlouquecendo. Eu gozei logo, e muito, porque eu não transava há meses, e ela engoliu tudinho, e continuou me chupando feito louca. Eu tava com muito tesão, meu pau continuou daquele jeito, e então ela subiu em cima de mim e começou a sentar no meu pau. Fiquei com a visão daqueles seios gostosos na minha cara, e aquela bucetinha subindo e descendo no meu pau, com muita força. Ela gemia como louca, e se meus pais chegassem eles ouviriam, com certeza. O medo de eles chegarem, com a adrenalina de fuder a tia me deixavam mais louco ainda.



A louca levantou, virou de frente pra mim e começou a tremer e gritar muito, esfregando a bucetinha, até gozar. Ela deu uma esguichada monstra, bem na minha cara, me molhou todo! Nunca tinha visto aquilo, só em filme! Daí voltou a sentar no meu pau, de frente pra mim, enfiando os dedos que ela tinha esfregado nela na minha boca. “Eu sei que você gosta...”. Gemia e olhava pra mim, rebolando e quicando no meu pau, tremendo e gemendo. E eu enlouquecido, pedindo pra ela ficar de quatro pra mim, e ela não queria: “Deixa eu quicar até você gozar”.

Quando senti que eu ia gozar, suando feito um porco, ela finalmente desceu de cima de mim e pediu pra eu gozar na cara dela. Cara, levantei e comecei a bater uma na cara dela, enquanto ela abria a boca e apertava os seios. Gozei nela toda, na boca, nos seios, e ela lambendo o que caiu perto da boca. Que tesão louco!

- Bem, agora você tem uma pessoa para guardar seus segredos. Espero que esse seja só o primeiro – Disse ela, levantando e se pegando a toalha pra ir tomar banho.
- Pode deixar, tia!
- Agora vá, seus pais devem chegar a qualquer momento.


Tomei um banho delicioso e fui pro meu quarto, tirar um cochilo. Acordei e fui jantar, na mesa, com todos. Agora eu estava mais relaxado, afinal, agora eu sabia que nem todos os parentes são ruins, e que com alguns... Bem, melhor nem falar, né? 

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A COLECIONADORA DE PRAZERES - PT III - O AMOR DE UM FIM DE SEMANA

Rio de Janeiro, 24 de Março de 2013



Acabei de chegar de chegar com o Robson de Fortaleza, fomos passar o fim de semana lá. Estou muito cansada, mas precisava escrever sobre o que essa viagem me trouxe de bom.
Primeiramente, me lembro que ano retrasado eu conheci um homem pela internet que demonstrou ser um cavalheiro, bem diferente dos outros brutamontes que já chegavam pedindo fotos ou abrindo web cam. Ele era gentil, atencioso, paciente, mas não tinha foto de perfil. Ficamos uns dois meses conversando por redes sociais até eu ter coragem de encontrá-lo. Veja bem como fui louca: Marquei um encontro à noite com um homem que não tinha visto nem por foto e não avisei a ninguém. Apenas fui.

Esperei na Quinze de Novembro, com um pouco de frio na barriga, mas ansiosa, quando meu telefone toca: Era ele, o Matheus, avisando que estava num carro preto, parado na minha frente. Fui caminhando rumo ao Corolla do moço desconhecido, bambeando. Já estava na merda mesmo, apenas entrei, sentei no banco do passageiro e me virei para olhá-lo. Juro que vi minha vida passar diante dos meus olhos, como uma pessoa no corredor da morte. “Nunca mais vou ver minha família, meus amigos! Será que tranquei bem a casa? Melhor eu ligar pra alguém e ligar o GPS...!

Olhei diretamente para ele. Mateus era um homem de meia-idade, cabelos grisalhos, feições alemãs. Lindos olhos esverdeados e um sorriso impecável. Se eu ficasse a noite toda explicando pra vocês o quanto Matheus era lindo, eu ia encher esse diário.

Fomos andando pela cidade enquanto conversávamos. Ele tinha uma voz agradável, um cheiro maravilhoso... Fui me encantando cada vez mais com ele, e relaxando minhas tensões. Saudades homens com conteúdo...
Chegamos (Depois de rodar a cidade quase toda) em um mega hotel, á beira da praia. Nem reparei muito no bairro aonde estávamos, porque ele abriu a porta pra mim, me pegou pela mão e entrou agarrado a mim, no hotel. Me senti uma princesa!

Fomos a uma suíte luxuosíssima, enorme, branca com vermelho. Simplesmente hotel mais incrível que já fui na minha vida. A varanda era de frente para  mar, com uma vista fantástica.
Ficamos na sacada sentados, olhando o mar e conversando. Jantamos, tomamos um bom vinho, e ele não deixava de me dar carinho, me admirar, me elogiar.

Depois de umas duas horas demos o nosso primeiro, e o segundo, e o terceiro, sentada no colo dele, enquanto ele me apertava contra seu corpo, me beijando o pescoço e a boca, me levando à loucura. Ele me pegou nos braços e me levou pra cama. Fizemos um amor muito gostoso, sensual, sem pressa... Ele me beijava enquanto metia, me fazia carinho... Me dava prazer de todos os jeitos!

Matheus chupava meus seios e ia metendo devagar, depois me beijava a boca e metia mais. Depois, eu pedi pra ele deitar e comecei a cavalgar nele, rebolando bem devagar. Era uma delícia ele, o sexo, a situação. Gozamos várias vezes seguidas, deliciosamente. Transamos várias vezes seguidas, em locais diferentes. Juro que me senti a mulher mais satisfeita do mundo.

Fomos embora no dia seguinte, e ele me deixou em casa, com uma bela cesta de café da manhã e flores. Eu fiquei apaixonada de verdade por ele, passava dias falando com ele o tempo todo, mas ele não queria nada sério, e não demonstrava. Um daqueles “cafajestes deliciosos” que a gente quer pra si, mas não consegue. Acabamos por fim nos afastando, mas ficaram as coisas boas na memória.

Ontem e hoje, no hotel, pude ter essa mesma sensação de dois anos atrás. Fiz amor por todos os lados, numa suíte incrível com um homem incrível. Fico feliz de saber que escolhi uma pessoa maravilhosa pra estar do meu lado agora...
Vai dar tudo certo!


Alessandra Hertcovitz Mendes