terça-feira, 4 de agosto de 2015

AVENTURA NA FAZENDA

Olá leitores, prontos para uma aventura selvagem?

O conto de hoje é sobre um caseiro e uma moça, de mundos completamentes diferentes, mas que vão se dar super bem! :)
Lembrando que os comentários estão ativados!
Boa leitura!



Resolvemos passar um fim de semana na fazenda do Carlão, amigo do meu pai e da família. Ficamos empolgados, porque adoramos a natureza, e a fazenda dele, então: Tinham cavalos, porcos, galinhas, vacas, córrego... Tudo de bom!





Chegando lá, fomos recebidos com um belo café da manhã fresco, com tudo da fazenda. Comemos bastante e começamos a conversar. Carlão morava lá com a esposa, um filho, e um caseiro bem rústico, alto, forte, com barba e roupa grosseiras, mas era bonito e gentil, de poucas palavras. Sim, fiquei vidrada nele. Sempre fui louca por homens rústicos, e esse parecia ter caído do céu pra mim!

Falei pro meu pai que queria andar a cavalo pela fazenda, e já ia pegando um cavalo, quando meu pai falou que ia matar um porco com o Carlão e não poderia me levar, mas que Frederico (o caseiro) poderia ir comigo. Fiquei muito feliz, até porque seria uma chance de estar juntinha a ele. Minha mente maliciosa não me deixava agir, até que vi ele vindo com uma bela égua manchada. Me ajudou a montar, me ensinou várias coisas e finalmente montou atrás de mim, e começamos a cavalgar. Tinha uma trilha específica, que passava por dentro do rio, até as delimitações da fazenda. Fomos andando calados, e quando estávamos bem longe da casa, eu comecei a me encostar nele, que estava longe de mim. Eu encostava, e ele afastava, até que ele quase caiu da égua. Ele parou o cavalo e perguntou o que eu tava fazendo. Eu lhe disse que não estava fazendo nada, e me afastei pra frente de novo, e voltamos à posição do inicio.



Continuamos cavalgando, e voltei a me encostar nele e, dessa vez, ele deixou. O movimento do cavalo ia fazendo eu me esfregava nele, e eu me recostava nele, e ele não falava nada. Aquele cheiro de macho, as mãos grossas, aquela cara de mau, tudo me fazia delirar, e eu ia me esfregando e delirando, até que senti aquelas mãos grossas encostando na  minha coxa, segurando as rédeas. Peguei naquelas mãos grossas e comecei a esfregar na minha perna, até que ele parou a égua de novo, perto do córrego. Ele desceu e perguntou o que eu queria. Eu desci do cavalo e olhei firme nos olhos dele, e disse que queria ele. Frederico ficou meio sem jeito, mas com a mesma cara de mau. Sem falar nada, eu puxei o rosto dele e lhe dei um beijo, rápido, e fiquei olhando pra ele. Percebi que ele começou a ficar muito nervoso e o chamei pra irmos embora. Ele me pegou pelo braço e me deu um beijo, longo, faminto, já me apertando pra junto daquele corpo forte.

Nos beijamos um tempão, até ele começar a me beijar e morder o pescoço, os seios, bem selvagem. Fomos para a beira do córrego e começamos a tirar a roupa um do outro, com muita pressa, nos beijando loucamente. Comecei a chupá-lo bem rápido, passando a língua no pau dele, inteiro, enorme, e esfregando nos meus seios, batendo com ele na minha boca e chupando de novo. Ele agarrou no meu cabelo e me botava pra chupar mais rápido, enquanto me olhava, vermelho, mas com a mesma cara de bravo, de forte... Me puxou e me deu outro beijo, descendo a boca até meus seios, chupando eles e dando mordidinhas bem gostosas. Depois, colocou a camisa dele no chão, me deitou e começou a esfregar o pau dele na minha xota.




 Eu estava muito molhada, e gemia muito enquanto ele esfregava e botava os dedos na minha boca. Ele me penetrou de uma vez, e eu fechei os olhos e senti meu corpo adormecer. Ele colocou minhas pernas nos ombros e metia com muita vontade, olhando pra mim, fazendo carinho no meu rosto e descendo a mão até meus seios. Ele me fodia forte, rápido, deixando o pau sair, esfregar e entrar de novo em mim. Pedi pra ele gozar na minha cara, e ele fez: Gozou nela toda, e ainda deu um tapinha na minha cara. Tomamos um banho no córrego e ainda transamos mais uma vez lá, sempre com beijos deliciosos. Ele me levantou no colo e começou a meter de novo, como é forte meu caseiro! Eu delirava com aquele pau enorme e delicioso na minha bucetinha, gozei horrores. Foi mágico, tudo de bom!



Saímos do córrego, molhados, e fomos nos vestir. Continuamos nossa cavalgada, agora abraçados, até chegar a casa. Minha sorte é que meu cabelo deu uma boa secada no vento, e ninguém percebeu nada. Almoçamos um belo porco assado, com arroz, quiabo, milho, feijão tropeiro, tudo plantado e colhido lá... Bem, meu caseiro me deixou com muita fome.
Agora, toda vez que vou pra fazenda, tenho meu capataz particular...


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