terça-feira, 28 de julho de 2015

A TIA DESCONHECIDA


Olá leitores, prontos para conhecer parentes novos?

O conto de hoje é um relato da experiência de Vinícius com uma tia cujo ele não conhecia... Ainda!

Não esqueça de mandar sua sugestão de conto no email!
Boa leitura!







Eu sempre odiei parentes aqui em casa, principalmente os do meu pai: Pessoal chato, que reclama de tudo e fala mal uns dos outros. O pior é que nossos pais acham que a gente tem que ser empregado desse pessoal!
Meu pai chamou uns irmãos dele para virem esse mês de férias aqui em casa. EU já briguei logo, disse que não queria, que não iria fazer nada pra eles:

       - Vinícius, não seja assim. Olha pelo lado bom, só vai vir uma tia sua! – Disse minha mãe, que também não gostava muito da família do meu pai
      - Eu não quero saber, vou ficar trancado no meu quarto o tempo todo. Não quero papo com ninguém! – Disse eu, muito impaciente. Eu queria sumir
       - Olha, melhor baixar a bola porque você sabe como é seu pai. Você vai receber a tia Cláudia e ponto final. E vai tratá-la bem. Talvez ela seja diferente dos outros. Essa eu ainda não conheço.
       - Nem eu. Vamos ver o que rola.

Na verdade, eu queria viajar, sair pra algum lugar sozinho. Acabei de completar dezoito anos e queria uma aventura nova, uma coisa mais diferente. Na verdade, eu queria ir pra uma farra com colegas, sair pra transar e beber, zuar. Mas minha nem trabalho ainda, e minha mãe não me dá dinheiro, mesmo sendo completamente liberal. Enfim...

Bem, a tia Cláudia chegou na segunda-feira, cheia de malas, fora ela. Era uma senhora conservada, com corpo bonito, cabelo loiro longo e pele morena clara. Veio cheia de abraços e beijos em todos, se enturmando, e eu apenas observando. Até que era legalzinha.

Os dias foram se passando e a tia Cláudia se mostrava mais legal do que eu pensei: Ajudava em casa, não tinha frescura, não reclamava nem exigia nada, apenas queria estar junto da gente, inclusive de mim. A única coisa que eu estranhava era que ela usava roupas muito curtas, decotes, minissaias, mini short, e sentava do meu lado enquanto eu jogava, almoçava ou fazia qualquer coisa fora do meu quarto.





Conversei sobre isso com um amigo meu e ele me disse que ela poderia estar dando mole pra mim. Cara, parece que meu amigo me tirou uma venda dos olhos! Por isso ela me cercava tanto, perguntava se eu tinha namorada, sempre ficava quando meus pais saiam. Eu não era inocente, mas eu não imaginava que minha própria tia seria capaz de querer me pegar. Confesso que não dormi umas duas noites pensando nisso.

 Tinha um bom tempo que eu não transava, e comecei a imaginar uma série de coisas e reparar na minha tia, uma mulher de 39 anos, rabuda, com uma cintura fina, seios médios, vestidas naquele short que deixava o rabo dela maior ainda, e um pacotão, que ela fazia questão de ficar me mostrando, passando na frente da TV enquanto eu jogava.  Comecei a ficar excitado pensando nisso, e fui pro meu quarto. Apenas fechei a porta e comecei a bater uma pensando nela. Comecei a ouvir, de longe, o pessoal chamando pra jantar, mas eu estava dentro dos  meus pensamentos, vendo ela tirar a roupa pra mim, mostrando aquele rabo enorme, quando de repente, ela abre a porta do quarto e me vê. Eu paro, gelado, e puxo um travesseiro pro meu colo pra esconder meu pau. Ela entra no quarto e fecha a porta:




      - Que coisa feia, a gente te chamando pra jantar e você aí fazendo imoralidades!
      - Tia, pelo amor de Deus, não conta nada...
      - Não vou contar nada, mas só se você deixar eu ver isso aí
      - Isso o que?
   - O que você tem aí, debaixo do travesseiro... – Disse ela, puxando o travesseiro, inclinada e exibindo aquele par de seios num decote que quase jogava eles pra fora. Eu engoli seco, enquanto olhava pra eles, e me excitava mais, até que ela puxou o travesseiro. Ela olhou pro meu pau, pra minha cara e deu um sorrisinho.
     - Vamos, se vista e vamos descer. Esse vai ser nosso segredinho se você prometer me mostrar isso aí direito mais tarde!
     - Qual é, tia? Você não contaria..
     - Ah, contaria sim, e na hora do jantar.
     - Você é louca!

Jantei tenso. Eu quase não comi direito, tentando não olhar pra ela, morrendo de rir com meus pais, contando histórias engraçadas. Eles me chamavam de grosso por não rir, mas se eles soubessem o quanto eu estava nervoso, eles não diriam isso.

No dia seguinte, quando cheguei da faculdade, vi que meus pais tinham saído. Parece que dessa vez até a tia Cláudia tinha vazado. Então, subi as escada e fui andando no corredor, indo pro meu quarto e mexendo no celular. Daí lembrei: Já que minha tia não está, vou entrar no quarto dela e pegar uma calcinha. Fui seco na maçaneta, quando ouvi um barulho dentro do quarto dela. Ela estava lá! Pensei sessenta vezes antes de abrir a porta, mas abri, e pra minha surpresa, ela estava se masturbando, deitada na cama. Ela levantou num súbito, sentou na cama assustada e mandou eu fechar a porta, mas eu entrei, e daí sim fechei.




        - Acho que agora estamos quites, não é?
     - Você é muito esperto, mas eu sabia que você ia chegar agora. Seus pais foram ao mercado, vão demorar muito
       - Você é louca!!!
       - Vamos, você tá me devendo algo, mostra aí

Eu ia saindo, quando ela me puxou pelo braço e me jogou na cama, e trancou a porta, e tirou a chave. Eu fiquei com medo, mas fiquei excitado com a situação em geral. Ela foi tirando a roupa, aos poucos, na minha frente. Tirava o top devagar, passando a mão nos seios e olhando pra mim, depois virou de costas e foi tirando a saia. Ela estava sem calcinha, e a medida em que ela ia abaixando, eu ia vendo aquele traseiro maravilhoso, redondinho... Então, a louca avançou pra cima de mim e começou a abrir minha calça, tirar ela, com muita violência. Arrancou minha cueca e caiu de boca no meu pau. Ela chupava muito, com muita vontade, enfiava na garganta até engasgar, apertando minhas coxas com força. Daí, ela massageava meu pau, chupando a cabecinha. Mamava demais, e eu estava enlouquecendo. Eu gozei logo, e muito, porque eu não transava há meses, e ela engoliu tudinho, e continuou me chupando feito louca. Eu tava com muito tesão, meu pau continuou daquele jeito, e então ela subiu em cima de mim e começou a sentar no meu pau. Fiquei com a visão daqueles seios gostosos na minha cara, e aquela bucetinha subindo e descendo no meu pau, com muita força. Ela gemia como louca, e se meus pais chegassem eles ouviriam, com certeza. O medo de eles chegarem, com a adrenalina de fuder a tia me deixavam mais louco ainda.



A louca levantou, virou de frente pra mim e começou a tremer e gritar muito, esfregando a bucetinha, até gozar. Ela deu uma esguichada monstra, bem na minha cara, me molhou todo! Nunca tinha visto aquilo, só em filme! Daí voltou a sentar no meu pau, de frente pra mim, enfiando os dedos que ela tinha esfregado nela na minha boca. “Eu sei que você gosta...”. Gemia e olhava pra mim, rebolando e quicando no meu pau, tremendo e gemendo. E eu enlouquecido, pedindo pra ela ficar de quatro pra mim, e ela não queria: “Deixa eu quicar até você gozar”.

Quando senti que eu ia gozar, suando feito um porco, ela finalmente desceu de cima de mim e pediu pra eu gozar na cara dela. Cara, levantei e comecei a bater uma na cara dela, enquanto ela abria a boca e apertava os seios. Gozei nela toda, na boca, nos seios, e ela lambendo o que caiu perto da boca. Que tesão louco!

- Bem, agora você tem uma pessoa para guardar seus segredos. Espero que esse seja só o primeiro – Disse ela, levantando e se pegando a toalha pra ir tomar banho.
- Pode deixar, tia!
- Agora vá, seus pais devem chegar a qualquer momento.


Tomei um banho delicioso e fui pro meu quarto, tirar um cochilo. Acordei e fui jantar, na mesa, com todos. Agora eu estava mais relaxado, afinal, agora eu sabia que nem todos os parentes são ruins, e que com alguns... Bem, melhor nem falar, né? 

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