Olá leitores, prontos para conhecer parentes novos?
O conto de hoje é um relato da experiência de Vinícius com uma tia cujo ele não conhecia... Ainda!
Não esqueça de mandar sua sugestão de conto no email!
Boa leitura!
Eu sempre odiei parentes aqui em casa,
principalmente os do meu pai: Pessoal chato, que reclama de tudo e fala mal uns
dos outros. O pior é que nossos pais acham que a gente tem que ser empregado
desse pessoal!
Meu
pai chamou uns irmãos dele para virem esse mês de férias aqui em casa. EU já
briguei logo, disse que não queria, que não iria fazer nada pra eles:
-
Vinícius, não seja assim. Olha pelo lado bom, só vai vir uma tia sua! – Disse
minha mãe, que também não gostava muito da família do meu pai
-
Eu não quero saber, vou ficar trancado no meu quarto o tempo todo. Não quero
papo com ninguém! – Disse eu, muito impaciente. Eu queria sumir
-
Olha, melhor baixar a bola porque você sabe como é seu pai. Você vai receber a
tia Cláudia e ponto final. E vai tratá-la bem. Talvez ela seja diferente dos
outros. Essa eu ainda não conheço.
-
Nem eu. Vamos ver o que rola.
Na verdade, eu queria viajar, sair pra algum
lugar sozinho. Acabei de completar dezoito anos e queria uma aventura nova, uma
coisa mais diferente. Na verdade, eu queria ir pra uma farra com colegas, sair
pra transar e beber, zuar. Mas minha nem trabalho ainda, e minha mãe não me dá
dinheiro, mesmo sendo completamente liberal. Enfim...
Bem, a tia Cláudia chegou na segunda-feira,
cheia de malas, fora ela. Era uma senhora conservada, com corpo bonito, cabelo
loiro longo e pele morena clara. Veio cheia de abraços e beijos em todos, se
enturmando, e eu apenas observando. Até que era legalzinha.
Os dias foram se passando e a tia Cláudia se
mostrava mais legal do que eu pensei: Ajudava em casa, não tinha frescura, não
reclamava nem exigia nada, apenas queria estar junto da gente, inclusive de
mim. A única coisa que eu estranhava era que ela usava roupas muito curtas,
decotes, minissaias, mini short, e sentava do meu lado enquanto eu jogava,
almoçava ou fazia qualquer coisa fora do meu quarto.
Conversei sobre isso com um amigo meu e ele
me disse que ela poderia estar dando mole pra mim. Cara, parece que meu amigo
me tirou uma venda dos olhos! Por isso ela me cercava tanto, perguntava se eu
tinha namorada, sempre ficava quando meus pais saiam. Eu não era inocente, mas
eu não imaginava que minha própria tia seria capaz de querer me pegar. Confesso
que não dormi umas duas noites pensando nisso.
Tinha
um bom tempo que eu não transava, e comecei a imaginar uma série de coisas e
reparar na minha tia, uma mulher de 39 anos, rabuda, com uma cintura fina,
seios médios, vestidas naquele short que deixava o rabo dela maior ainda, e um
pacotão, que ela fazia questão de ficar me mostrando, passando na frente da TV
enquanto eu jogava. Comecei a ficar
excitado pensando nisso, e fui pro meu quarto. Apenas fechei a porta e comecei
a bater uma pensando nela. Comecei a ouvir, de longe, o pessoal chamando pra
jantar, mas eu estava dentro dos meus
pensamentos, vendo ela tirar a roupa pra mim, mostrando aquele rabo enorme,
quando de repente, ela abre a porta do quarto e me vê. Eu paro, gelado, e puxo
um travesseiro pro meu colo pra esconder meu pau. Ela entra no quarto e fecha a
porta:
- Que coisa feia, a gente te chamando pra jantar e você aí fazendo imoralidades!
- Tia, pelo amor de Deus, não conta nada...
-
Não vou contar nada, mas só se você deixar eu ver isso aí
-
Isso o que?
-
O que você tem aí, debaixo do travesseiro... – Disse ela, puxando o travesseiro,
inclinada e exibindo aquele par de seios num decote que quase jogava eles pra
fora. Eu engoli seco, enquanto olhava pra eles, e me excitava mais, até que ela
puxou o travesseiro. Ela olhou pro meu pau, pra minha cara e deu um sorrisinho.
-
Vamos, se vista e vamos descer. Esse vai ser nosso segredinho se você prometer
me mostrar isso aí direito mais tarde!
-
Qual é, tia? Você não contaria..
-
Ah, contaria sim, e na hora do jantar.
- Você é louca!
Jantei tenso. Eu quase não comi direito,
tentando não olhar pra ela, morrendo de rir com meus pais, contando histórias
engraçadas. Eles me chamavam de grosso por não rir, mas se eles soubessem o
quanto eu estava nervoso, eles não diriam isso.
No dia seguinte, quando cheguei da faculdade,
vi que meus pais tinham saído. Parece que dessa vez até a tia Cláudia tinha
vazado. Então, subi as escada e fui andando no corredor, indo pro meu quarto e
mexendo no celular. Daí lembrei: Já que minha tia não está, vou entrar no
quarto dela e pegar uma calcinha. Fui seco na maçaneta, quando ouvi um barulho
dentro do quarto dela. Ela estava lá! Pensei sessenta vezes antes de abrir a
porta, mas abri, e pra minha surpresa, ela estava se masturbando, deitada na
cama. Ela levantou num súbito, sentou na cama assustada e mandou eu fechar a
porta, mas eu entrei, e daí sim fechei.
-
Acho que agora estamos quites, não é?
-
Você é muito esperto, mas eu sabia que você ia chegar agora. Seus pais foram ao
mercado, vão demorar muito
-
Você é louca!!!
-
Vamos, você tá me devendo algo, mostra aí
Eu ia saindo, quando ela me puxou pelo braço
e me jogou na cama, e trancou a porta, e tirou a chave. Eu fiquei com medo, mas
fiquei excitado com a situação em geral. Ela foi tirando a roupa, aos poucos,
na minha frente. Tirava o top devagar, passando a mão nos seios e olhando pra
mim, depois virou de costas e foi tirando a saia. Ela estava sem calcinha, e a
medida em que ela ia abaixando, eu ia vendo aquele traseiro maravilhoso,
redondinho... Então, a louca avançou pra cima de mim e começou a abrir minha
calça, tirar ela, com muita violência. Arrancou minha cueca e caiu de boca no
meu pau. Ela chupava muito, com muita vontade, enfiava na garganta até
engasgar, apertando minhas coxas com força. Daí, ela massageava meu pau,
chupando a cabecinha. Mamava demais, e eu estava enlouquecendo. Eu gozei logo,
e muito, porque eu não transava há meses, e ela engoliu tudinho, e continuou me
chupando feito louca. Eu tava com muito tesão, meu pau continuou daquele jeito,
e então ela subiu em cima de mim e começou a sentar no meu pau.
Fiquei com a visão daqueles seios gostosos na minha cara, e aquela bucetinha subindo e descendo no
meu pau, com muita força. Ela gemia como louca, e se meus pais chegassem eles
ouviriam, com certeza. O medo de eles chegarem, com a adrenalina de fuder a tia
me deixavam mais louco ainda.
A louca levantou, virou de frente pra mim e
começou a tremer e gritar muito, esfregando a bucetinha, até gozar. Ela deu uma
esguichada monstra, bem na minha cara, me molhou todo! Nunca tinha visto
aquilo, só em filme! Daí voltou a sentar no meu pau, de frente pra mim,
enfiando os dedos que ela tinha esfregado nela na minha boca. “Eu sei que você
gosta...”. Gemia e olhava pra mim, rebolando e quicando no meu pau, tremendo e
gemendo. E eu enlouquecido, pedindo pra ela ficar de quatro pra mim, e ela não
queria: “Deixa eu quicar até você gozar”.
Quando senti que eu ia gozar, suando feito um
porco, ela finalmente desceu de cima de mim e pediu pra eu gozar na cara dela.
Cara, levantei e comecei a bater uma na cara dela, enquanto ela abria a boca e
apertava os seios. Gozei nela toda, na boca, nos seios, e ela lambendo o que
caiu perto da boca. Que tesão louco!
- Bem, agora você tem uma pessoa para guardar
seus segredos. Espero que esse seja só o primeiro – Disse ela, levantando e se
pegando a toalha pra ir tomar banho.
- Pode deixar, tia!
- Agora vá, seus pais devem chegar a qualquer
momento.
Tomei um banho delicioso e fui pro meu
quarto, tirar um cochilo. Acordei e fui jantar, na mesa, com todos. Agora eu
estava mais relaxado, afinal, agora eu sabia que nem todos os parentes são
ruins, e que com alguns... Bem, melhor nem falar, né?





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