quinta-feira, 30 de julho de 2015

AMOR E CRIME

Olá leitores, prontos para uma fuga muito louca e um amor verdadeiro?
O conto de hoje fala sobre um casal de assaltantes frios e perversos, mas que se amam de verdade. 
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Boa leitura!










Eu pilotando feito louco e ela no banco do passageiro, com aquela touca mostrando apenas seus belos olhos verdes, com os sacos no colo. Estávamos fugindo, e a polícia, com certeza, já estava atrás da gente. Corremos até uma casa abandonada, descemos, trocamos de roupas e saímos andando tranquilamente, como se nada tivesse acontecido. Como tínhamos roubados as bolsas da madame lá, colocamos tudo nas bolsas e fomos até um hotel, para nos hospedarmos como recém-chegas a cidade. Pegamos uma boa suíte e subimos, felizes, e rindo a toa.

- Cara, preciso tirar a roupa! – Disse ela, tirando a blusa e exibindo o sutiã preto, cheio de munição e dois seios maravilhosos. Ela estava com uma ponto quarenta na cintura, o que realçava suas belas curvas. Ela ia tirando a arma, as munições e a roupa com muita tranquilidade e inocência, deixando aquele cabelo comprido passear pelo corpo dela.
- Tira mesmo, vou mexer aqui nas coisas pra ver o que conseguimos – Disse eu, me sentando na poltrona e abrindo as bolsas.
- Velha filha da puta, me deu um arranhão no braço, tá sangrando!
- Relaxa, vai lavar que eu cuido aí
- Mulher burra do caralho. A gente armado, mandando a vadia calar a boca, e ela gritando, e ainda quer me pegar. Eu podia ter matado aquela vadia... – Disse ela, indo pro Banheiro.
- Sai fora, o lance era só pegar o dinheiro e as jóias e vazar.
- Ela deu mole, sozinha em casa, com dinheiro pra porra. Mas é isso ai.
- Acho que ninguém acha o carro lá na casa do Maneco não, né?
- Se acharem não dá nada. Deixei nada lá – Disse ela, voltando do banheiro  seminua, com uma toalhinha estancando o pequeno sangramento do arranhão.
- Hoje eu botei fé em você... Vem aqui, deixa eu ver isso.

Era um arranhão feio, de unhas, que tirou a pele. Sangrava um pouco, deve ter pego um vasinho... Fiz um curativo nela e continuei mexendo nas bolsas. Era dinheiro pra caralho, muitas joias e muitas bijuterias misturadas. Enquanto eu separava os colares, vi Aline deitada na cama assistindo TV, e fiquei pensando: Minha senta e deita de qualquer jeito, em qualquer lugar. Ela não tem frescuras, não arrega nem me deixa na mão. Minha mina não tem amigas, não gosta de putaria nem de conversinha, e topa tudo. Eu sou completamente pirado nela, nas suas curvas, sua inteligência... 




Me levantei e fui até ela, com um lindo colar de pérolas grandes, comprido como um cordão:

- Mor, olha isso – Disse eu, na beira da cama, esticando o colar
- Que lindo, é de verdade? – Disse ela, sentando na minha frente, na beira da cama
- Tão verdadeiro quanto o que sinto por você.

Coloquei o colar nela e lhe dei um beijo. Enquanto o colar descia, minhas mãos desciam pérola por pérola até chegar naqueles seios lindos e livres, seios de moça nova, durinhos... Fui beijando ela e me deitando por cima do seu corpo quentíssimo. Era a única hora em que parecíamos anjos, pessoas inocentes. Era a única hora de verdade, sem pressa, sem sufoco.
Ela me envolvia em seus braços enquanto eu mamava aos seios dela, passando a língua devagar, sentindo ela se arrepiar, passando a mão em meus cabelos. Eu subia, lambendo ela até o pescoço, o queixo, e mordia, e olhava nos olhos dela, da mina da minha vida.



Virei ela de costas e comecei a beijar as costas dela até chegar na nuca. Ela suspirava, ela arrepiava. Tirei minha roupa e voltei, e deitei de lado, pedindo para ela deitar de lado também, de costas pra mim. Com meu braço embaixo da cabeça dela, eu a puxava para beijar seu pescoço, enquanto minhas mãos esfregava a bucetinha dela. Ela respirava cada vez mais fundo e rápido. Então, penetrei ela, devagar, e ela gemia baixinho. Segurava os seios dela e metia mais rápido. Ela pedia mais, e eu queria mais. Fui virando com ela devagar enquanto metia, até ficar em cima dela, que empinava pra mim. Ela gemia e rebolava devagar, virando a cabeça para olhar pra mim, vermelha, suada... Até ficar de quatro, e eu, puxando seu rosto, lhe beijava, enquanto metia cada vez mais fundo. Gozamos muito gostoso, um seguido do outro. Ligamos a hidro, tomamos um bom banho, fizemos amor lá e voltamos. Voltei a separar as joias e, dessa vez, vi Aline deitada, dormindo como um anjo, praticamente a noite toda.




No dia seguinte, pela manhã, assistimos o jornal e vimos a notícia do nosso furto, já tinham achado até o carro. Estávamos tranquilos até sabermos que tinha sangue da Aline no carro. Pegamos os lençóis da suíte e levamos conosco, pois estavam sujos de sangue também. Separamos bijuterias e outras coisas sem valor numa bolsa e o dinheiro e joias em outra. Saímos, pegamos um táxi, de boa. No meio do caminho, jogamos a bolsa pela janela do taxi, nu rio, quando passávamos por uma ponte. O taxista olhou pra gente meio estranho, mas dissemos que era lixo (uma bolsa de couro caríssima). No dia do assalto, estávamos com roupa de motoqueiro, os dois, com toucas na cara e luva. Não dava pra saber que era um casal.

Fomos direto ao aeroporto e embarcamos pra outro estado, tudo em menos de 4 horas. Assim que entramos no avião, a polícia chegou e pediu que parasse, mas já era tarde... Estávamos decolando. Foi triste!

Estamos agora em um Resort, em um estado desse Brasil aí, prontos pra outra.

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