terça-feira, 14 de julho de 2015

À PAISANA - CONTO POLICIAL


Olá leitores, prontos para serem abordados pelo prazer?
O conto de hoje é dedicado a uma grande amiga: Laurenir. Ela é
Nossa protagonista de hoje! ;)
Já encomendou o seu? Não? CORRE!

Boa leitura!





Eu sempre costumava voltar pra casa pelo caminho mais longo e mais movimentado, mas neste dia eu havia saído tarde do trabalho e resolvi pegar um atalho pelas ruas mais escuras da minha cidade. Estava tudo vazio, comércios fechados e, de longe, pude ver uma turma de rapazes perto da esquina aonde eu viraria. Pensei em voltar, mas decidi continuar, com cara e coragem. Quando me aproximei do grupo, pude ver que eles cochichavam algo entre si e me olhavam. Senti um gelo na espinha e já previa oque podia acontecer, mas não esbocei nenhuma reação e continuei andando, até que apareceu uma viatura, do nada, e o grupinho se dispersou. Correram como se não houvesse amanhã.

- A senhora é bem corajosa em andar por aqui a essa hora – Disse o policial mais lindo que eu já vi. De pele bem clarinha, olhos mágicos e uma boca magnífica. Na verdade, nunca gostei de policiais e sempre achei meio clichê essa coisa de fantasia com policiais, mas naquele momento eu pude entender esse fetiche, pois não havia mulher que não se rendesse àquele homem enorme dentro daquela farda.

- Saí tarde do trabalho, estou muito cansada e com pressa. E eu sempre passo por aqui, não tenho medo! – Disse eu, pra não demonstrar fragilidade.

- Não conte com a sorte, minha senhora. Não estarei sempre por aqui para protegê-la...

- Vou ter mais cuidado da próxima vez, pode deixar.

E assim, ele foi dirigindo a viatura bem lentamente, como se estivesse me acompanhando. Eu sempre fui muito direta em tudo e não estava gostando daquele acompanhamento, então me aproximei da viatura e perguntei:

- Porque o senhor não me leva em casa, já que vai me acompanhar?

- Não posso, senhora. Somente acompanhamento.

- Pois eu dispenso seu acompanhamento!

E assim fui andando depressa, pensando mil coisas. Eu podia ter sido mais educada com o pobre e gostoso policial, mas como eu sabia que era meio improvável acontecer algo, dispensei logo. Afinal, ele estava em serviço.

-Vamos, entre aí, meu horário está acabando mesmo... – Disse ele, praticamente me atropelando com a viatura toda apagada. E seguimos até minha casa. Calados.





Chegando ao meu portão, fui desembarcar e ele me pediu um momento: Me deu o número dele e disse que, qualquer coisa, eu ligasse diretamente pra ele. Agradeci e fui descendo, e ele me chamou de novo: “- Estou com sede”.
Fiquei uns segundos imaginando o atrevimento do tal policial, mas afinal, era um gato. O convidei a entrar, já estava na merda mesmo. Ele ficou em pé na porta da cozinha, e eu abri a geladeira pra lhe dar água, e ele enxergou minha garrafa de vinho importado que ainda nem tinha aberto, e pediu um pouco. “Mas e seu horário de serviço?” “Não pergunta isso, boba, serve ele logo!” “É hoje!!!”

Sem falar nada por voz e torcendo para que ele não lesse pensamentos, servi o vinho na taça mais linda que tinha e o convidei a sentar-se. Ficamos quase uma hora conversando e secando a garrafa de Alamos Malbec, até que senti meu corpo esquentar e pedi licença para que eu pudesse trocar a roupa, pois até então eu estava com a roupa do trabalho ainda.

Quando voltei à sala, com um vestido soltinho de comprimento médio, Marcos (sim, o nome dele) estava sem farda, apenas com uma regata e uma bermuda que usava por baixo. Pude ver o quanto aquele corpo era lindo e interessante, e também o quanto Marcos estava suado. Aquele vinho havia nos esquentado demais. Me sentei ao lado dele, deixando as pernas à mostra, e continuei conversando como se nada estivesse acontecendo. Ele não se continha em não olhar para elas e ficava suando, nervoso, sem se controlar, até que passou a mão nelas.

“Agora sim ele toma atitude!” “Estou muito assanhada...” “Mas e esse corpo, uma tentação!”

Conforme ele ia subindo as mãos, eu ia subindo o vestido. Aquelas mãos grandes iam me deixando arrepiada, pronta para tudo, até que ele parou. “Não deve ter gostado. Meus Deus, como sou safada!”

Para minha surpresa, ele envolveu a mão em meus cabelos e começou a me devorar, beijar meu pescoço, lamber minha orelha, me afundar no sofá e esfregar aquele pau em mim, no meu corpo. Ele estava com sede, puxando meu vestido para cima e apertando meus seios, enquanto devorava meu pescoço. Eu não tinha outra reação a não ser me entregar aquela boca faminta. Ele então, se levantou, foi tirando a calça e, antes que tirasse a cueca, eu me propus a tirá-la, com a boca. Eu ia descendo devagarinho e deixando aquele pau enorme à mostra, rosado, babando... Comecei a lamber e passar a língua na cabecinha do pau dele, olhando em seus olhos, enquanto ele ofegava e mexia em meus cabelos, carinhosamente. Chupava, mamava e engolia o pau dele, eu sentada e ele em pé, me admirando. Realmente aquilo estava delicioso.





Sem muita cerimônia, ele arrancou minha calcinha, me colocou de ladinho no sofá, e começou a passar a língua em mim, na buceta e no cuzinho. Eu estava indo à loucura, até que ele começou a meter na minha bucetinha bem lentamente. Ele olhava na minha cara com muito desejo, segurava meu rosto... “Me bate... Bate vai...” Ops, dessa vez deixei minha boca falar, e ele não pensou duas vezes: me deu um tapa delicioso na cara, e outro na minha bunda, e começou a meter com gosto, com vontade. Enquanto metia, ele colocava o dedo no meu cuzinho, e eu olhava pra ele, gemendo bastante, e adorando aquilo tudo. Depois, me ajoelhei no sofá. “Mete com raiva, agora. Fode!” E ele obedecia meus pensamentos. Agarrado aos meus cabelos, ele metia cada vez mais forte, me dava sonoros tapas e parava para que eu rebolasse naquele pau gostoso... Ele gozou nas minhas costas, e voltou a meter em mim, e dessa vez, bem lentamente, no meu cuzinho. Eu estava tão excitada que nem me importei, e ele colocava lentamente... Uma delícia! 

Ele metia devagar, e eu não me controlando, pedia para ir mais rápido. Ele colocou a mão no meu pescoço e deu uma estocada... 'Você vai gozar no meu pau, agora!'

A cada estocada, eu sentia minhas pernas adormecerem e, num súbito, senti tudo estremecer, minhas pernas sumirem e um grito sair. Gozei. Mas não foi uma gozada, foi A Gozada. Enquanto eu perdia a consciência de quão gostoso estava aquilo, ele batia com o pau na minha bucetinha. 'Goza, gostosa, mela meu pau'. Ele continuou metendo até eu pedir pra parar... Me sentei e comecei a chupá-lo, até que ele gozasse na minha cara toda. Ele não se continha e gemia bastante, com olhares mútuos de satisfação. Nosso banho foi maravilhoso, nosso jantar melhor ainda, e todas as nossas ocorrências foram maravilhosas igualmente, sem B.O...


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