Olá leitores lindos, prontos para mais um conto?
O conto de hoje é feito especialmente pra
você que gosta de uma aventura, um friozinho na barriga, uma emoção!
Boa leitura!
Eram 4
moças, belas e mistas, com cabelos lisos, tais índias e corpos belíssimos, cujo
encontravam-se sempre as 16:00 da tarde num casebre abandonado próximo ao rio.
Na mata fechada elas iam, felizes, sem nenhum sinal suspeito. Eu, por ser a
fazendeira que mora ao lado do rio, as via passar todo dia, sempre de vestido
verde longo, sapatilhas negras e cabelos soltos, alegres e brincando bastante.
Eu
desconfiava que fossem bruxas ou algo de ruim. Quem diabos se encontraria todo
dia com mais 3 meninas vestidas iguais num casebre abandonado há tanto tempo
sempre no mesmo horário?
Depois de
muito pensar, resolvi acordar de madrugada para atravessar o rio e investigar o
que tinha de tão legal naquela casinha feita de madeira. Peguei meu barco e
atravessei remando, pois se eu usasse o motor faria barulho demais e,
possivelmente teria alguma delas lá dormindo. Cheguei e, com a lanterna menor,
espiei dentro da casa. Não havia ninguém.
Andei em
volta da casa e me pareceu tudo normal: Casa de madeira, pouco conservada,
janelas trancadas, mata fechada em volta… É, vamos ver o que tem por dentro!
Para minha
surpresa, a porta estava mal trancada, com o cadeado frouxo. Abri-o e entrei.
Era um quarto, com duas camas, geladeira, um banheiro, vários puffs e bancos de
madeira, tudo aparentemente normal. Andando um pouco mais, achei um baú que
estava muito bem trancado com dois cadeados enormes, e acho que é aí que está a
chave desse segredo! Devem ser ladras que escondem seus produtos de furto aqui
na mata, brilhante!
Abri a geladeira e vi que tinham muitas
bebidas, doces, caldas de sorvete (?), caramelo e sorvete! Hipoglicemia?
Vasculhando mais, achei uma agenda escrita de janeiro até hoje, todos os dias.
Havia muitos relatos, mas nada concreto que revelasse quem eram elas, a não ser
no dia 15 de maio, cujo estava escrito:
“Não sabemos
mais o que fazer com eles. Esse esconderijo é bom, mas mais cedo ou mais tarde
vão no descobrir, daí, não teremos mais sossego! Eles virão e vão nos obrigar a
fazer algo que não queremos. Precisamos tomar mais providências!”
Então tem
bem mais gente envolvida nesses roubos! Serão eles policiais, investigadores ou
cúmplices? Voltei pra casa, trancando tudo com muito cuidado e jogando as luvas
que usei no rio (não sigam meu exemplo, joguem lixo no lixo!).
E quem disse
que consegui dormir?
No dia seguinte,
resolvi segui-las e esperei ansiosamente pelas 16:00 da tarde. A hora parecia
não passar e minhas mãos suavam frio. Eu estava com muito medo de elas me
descobrirem e me matarem, mas eu não teria mais sossego se não soubesse o que
acontecia ali! Elas estavam vindo, com seus vestidos, cabelos e sorrisos
longos. Sem falar nada, entraram no barco e atravessaram o rio. Assim que à
avistei descendo, peguei minha canoa e fui remando bem discretamente até o
casebre. Ao chegar lá, o som estava muito alto e, pela mesma fresta que olhei
na noite passada, pude ver que elas estavam com um saco cheio de algo que não
pude ver. Fui pra dar a volta e tentar enxergar melhor quando tropecei na raiz
exposta da árvore. Caí fazendo um barulho infernal. Fiquei deitada pra ver se
ouvia passos e elas desligaram o som. Levantei morrendo de medo e corri para
fundo do casebre. Elas iam me matar! De repente, um silêncio total… Nem som de
mata mexendo nem nada… Ufa, me esqueceram… Fui andando até o meu barco bem
devagar e… ELE NÃO ESTAVA LÁ!
Me
desesperei, sai correndo pra tentar escalar a montanha, mas elas foram bem mais
rápidas. Uma me pegou pela perna e puxou, enquanto a outra vinha com um saco
preto e as demais me imobilizavam. Colocaram o saco de pano na minha cabeça e
acho que me levaram pra dentro da casa. Senti que e estavam amarrando minhas
pensas e braços. Não gritei muito, afinal, estávamos numa ilha que não ia
ninguém, mas eu chorava muito e pedia pra não me matarem.
Elas me
perguntaram quem eu era, o que eu queria, como eu sabia. Eu gaguejava, e dizia
que morava na chácara que elas atravessavam… Senti que enquanto eu ia falando,
elas estavam amarrando minhas pernas abertas, em alguma coisa. Uma delas me
perguntou se eu sabia qual loja elas tinham roubado noite passada. Eu sabia que
eram ladras! – Pensei eu. Eu disse que não sabia de nada. Tiraram o capuz da
minha cabeça e pude vê-las. Eram muito bonitas, estavam de preto (?), descalças
e com um saco cheio de produtos eróticos abertos. Eram vibradores, camisinhas,
bolinhas, e muitas outras coisas que nunca tinha visto!
- Agora
vamos te castigar por ser tão curiosa! – disse a ruiva. A loira começou a
rasgar minha roupa e eu comecei a gritar pedindo pra parar. Logo, a morena
clara chegou com uma garrafa de cobertura de sorvete e despejou nos meus seios.
Elas pararam e começaram a rir de mim, toda lambuzada de vermelho pela calda.
Começaram a se beijar entre si, com muita sensualidade, e a se tocarem. Eu
estava com medo, mas confesso que aquilo estava me excitando…
A ruiva
chegou perto de mim e passou a mão nos meus seios, lambuzados. A morena lambeu
cada dedo dela, olhando pra mim, enquanto as outras passavam a mão em mim para
se lambuzarem. Eu estava ali: toda aberta, nua e me excitando com aquela cena.
A loira chegou, ajoelhou-se na minha frente e passou a língua bem devagar na
minha barriga, de baixo pra cima. Logo, as outras vieram. As morenas vieram
chupar meus seios e a ruiva ia jogando mais calda. A loirinha continuava
lambendo minha barriga… Descia até perto da bucetinha e voltava até na base dos
seios. E eu, amarrada, entregue, estava me excitando, mas não queria
demonstrar, e ficava reclamando para que me soltassem, até que a morena clara
olhou pra mim e tapou minha boca com a mão toda melecada. Eu já estava tão molhadinha
que senti escorrendo. A loira percebeu e começou a esfregar a mão nela e,
depois de molhar os dedinhos, os chupou. Olhando pra mim.
Ela me
lambeu bem devagar passando a língua em volta do clitóris, e eu tremia como se
estivesse tomando choque, por estar tão excitada. A ruiva pegou um vibrador
amarelo que acendia (?) e veio para trás da loira. Deu uma cuspida nele e
penetrou nela, que deu um suspiro delicioso enquanto me chupava. Uma das
morenas largou meu seio e foi buscar algo pra brincar também. Colocou um
strap-on enorme e foi atrás da morena clara. Começou a chupá-la também, por
baixo dela.
A loirinha
me chupava muito, lambia bem rápido e gemia baixinho, enquanto a ruivinha
colocava o vibrador nela. Certa hora, ela parou de me chupar e tremeu bastante,
gemendo bem alto. Havia gozado. Então, trocou de lugar com a ruivinha, que já
chegou me chupando com voracidade. Eu ia gozar logo, estava toda suada, com a
morena mamando em meus seios enquanto era penetrada e aquela linguinha tão
veloz… Senti meu corpo aquecer, fechei os olhos e gozei.
Esguichei
tão longe que molhou a ruiva e a loira! Elas adoraram. A morena gemia muito
enquanto a outra metia bem rápido nela, e a ruiva também. Logo a ruivinha
gozou, e acabou esguichando na loirinha (de novo), que a beijou deliciosamente.
As morenas, num papai-e-mamãe se amavam intensamente até gozarem.
Desamarraram-me e me mandaram embora, dizendo que se eu falasse algo pra alguém
elas me matariam. Achei meu barco do outro lado e voltei nua mesmo para casa.
Ao chegar,
tomei um banho e me vesti. Quando sentei no sofá, encontrei um saco negro.
Abri-o e tinha um vibrador amarelo e algumas camisinhas texturizadas, e um
bilhetinho dizendo que o segredo estava morto, mas a lembrança era viva. Sorri
sozinha.
Foi o medo
mais delicioso que passei na minha vida.
Beijos &Desejos!



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