terça-feira, 7 de julho de 2015

ELAS, AO ENTARDECER

Olá leitores lindos, prontos para mais um conto? 
O conto de hoje é feito especialmente pra você que gosta de uma aventura, um friozinho na barriga, uma emoção! 
Boa leitura!







Eram 4 moças, belas e mistas, com cabelos lisos, tais índias e corpos belíssimos, cujo encontravam-se sempre as 16:00 da tarde num casebre abandonado próximo ao rio. Na mata fechada elas iam, felizes, sem nenhum sinal suspeito. Eu, por ser a fazendeira que mora ao lado do rio, as via passar todo dia, sempre de vestido verde longo, sapatilhas negras e cabelos soltos, alegres e brincando bastante.

Eu desconfiava que fossem bruxas ou algo de ruim. Quem diabos se encontraria todo dia com mais 3 meninas vestidas iguais num casebre abandonado há tanto tempo sempre no mesmo horário?

Depois de muito pensar, resolvi acordar de madrugada para atravessar o rio e investigar o que tinha de tão legal naquela casinha feita de madeira. Peguei meu barco e atravessei remando, pois se eu usasse o motor faria barulho demais e, possivelmente teria alguma delas lá dormindo. Cheguei e, com a lanterna menor, espiei dentro da casa. Não havia ninguém.
Andei em volta da casa e me pareceu tudo normal: Casa de madeira, pouco conservada, janelas trancadas, mata fechada em volta… É, vamos ver o que tem por dentro!

Para minha surpresa, a porta estava mal trancada, com o cadeado frouxo. Abri-o e entrei. Era um quarto, com duas camas, geladeira, um banheiro, vários puffs e bancos de madeira, tudo aparentemente normal. Andando um pouco mais, achei um baú que estava muito bem trancado com dois cadeados enormes, e acho que é aí que está a chave desse segredo! Devem ser ladras que escondem seus produtos de furto aqui na mata, brilhante!
Abri a geladeira e vi que tinham muitas bebidas, doces, caldas de sorvete (?), caramelo e sorvete! Hipoglicemia? Vasculhando mais, achei uma agenda escrita de janeiro até hoje, todos os dias. Havia muitos relatos, mas nada concreto que revelasse quem eram elas, a não ser no dia 15 de maio, cujo estava escrito:

“Não sabemos mais o que fazer com eles. Esse esconderijo é bom, mas mais cedo ou mais tarde vão no descobrir, daí, não teremos mais sossego! Eles virão e vão nos obrigar a fazer algo que não queremos. Precisamos tomar mais providências!”

Então tem bem mais gente envolvida nesses roubos! Serão eles policiais, investigadores ou cúmplices? Voltei pra casa, trancando tudo com muito cuidado e jogando as luvas que usei no rio (não sigam meu exemplo, joguem lixo no lixo!).

E quem disse que consegui dormir?

No dia seguinte, resolvi segui-las e esperei ansiosamente pelas 16:00 da tarde. A hora parecia não passar e minhas mãos suavam frio. Eu estava com muito medo de elas me descobrirem e me matarem, mas eu não teria mais sossego se não soubesse o que acontecia ali! Elas estavam vindo, com seus vestidos, cabelos e sorrisos longos. Sem falar nada, entraram no barco e atravessaram o rio. Assim que à avistei descendo, peguei minha canoa e fui remando bem discretamente até o casebre. Ao chegar lá, o som estava muito alto e, pela mesma fresta que olhei na noite passada, pude ver que elas estavam com um saco cheio de algo que não pude ver. Fui pra dar a volta e tentar enxergar melhor quando tropecei na raiz exposta da árvore. Caí fazendo um barulho infernal. Fiquei deitada pra ver se ouvia passos e elas desligaram o som. Levantei morrendo de medo e corri para fundo do casebre. Elas iam me matar! De repente, um silêncio total… Nem som de mata mexendo nem nada… Ufa, me esqueceram… Fui andando até o meu barco bem devagar e… ELE NÃO ESTAVA LÁ!

Me desesperei, sai correndo pra tentar escalar a montanha, mas elas foram bem mais rápidas. Uma me pegou pela perna e puxou, enquanto a outra vinha com um saco preto e as demais me imobilizavam. Colocaram o saco de pano na minha cabeça e acho que me levaram pra dentro da casa. Senti que e estavam amarrando minhas pensas e braços. Não gritei muito, afinal, estávamos numa ilha que não ia ninguém, mas eu chorava muito e pedia pra não me matarem.



Elas me perguntaram quem eu era, o que eu queria, como eu sabia. Eu gaguejava, e dizia que morava na chácara que elas atravessavam… Senti que enquanto eu ia falando, elas estavam amarrando minhas pernas abertas, em alguma coisa. Uma delas me perguntou se eu sabia qual loja elas tinham roubado noite passada. Eu sabia que eram ladras! – Pensei eu. Eu disse que não sabia de nada. Tiraram o capuz da minha cabeça e pude vê-las. Eram muito bonitas, estavam de preto (?), descalças e com um saco cheio de produtos eróticos abertos. Eram vibradores, camisinhas, bolinhas, e muitas outras coisas que nunca tinha visto!
- Agora vamos te castigar por ser tão curiosa! – disse a ruiva. A loira começou a rasgar minha roupa e eu comecei a gritar pedindo pra parar. Logo, a morena clara chegou com uma garrafa de cobertura de sorvete e despejou nos meus seios. Elas pararam e começaram a rir de mim, toda lambuzada de vermelho pela calda. Começaram a se beijar entre si, com muita sensualidade, e a se tocarem. Eu estava com medo, mas confesso que aquilo estava me excitando…

A ruiva chegou perto de mim e passou a mão nos meus seios, lambuzados. A morena lambeu cada dedo dela, olhando pra mim, enquanto as outras passavam a mão em mim para se lambuzarem. Eu estava ali: toda aberta, nua e me excitando com aquela cena. A loira chegou, ajoelhou-se na minha frente e passou a língua bem devagar na minha barriga, de baixo pra cima. Logo, as outras vieram. As morenas vieram chupar meus seios e a ruiva ia jogando mais calda. A loirinha continuava lambendo minha barriga… Descia até perto da bucetinha e voltava até na base dos seios. E eu, amarrada, entregue, estava me excitando, mas não queria demonstrar, e ficava reclamando para que me soltassem, até que a morena clara olhou pra mim e tapou minha boca com a mão toda melecada. Eu já estava tão molhadinha que senti escorrendo. A loira percebeu e começou a esfregar a mão nela e, depois de molhar os dedinhos, os chupou. Olhando pra mim.






Ela me lambeu bem devagar passando a língua em volta do clitóris, e eu tremia como se estivesse tomando choque, por estar tão excitada. A ruiva pegou um vibrador amarelo que acendia (?) e veio para trás da loira. Deu uma cuspida nele e penetrou nela, que deu um suspiro delicioso enquanto me chupava. Uma das morenas largou meu seio e foi buscar algo pra brincar também. Colocou um strap-on enorme e foi atrás da morena clara. Começou a chupá-la também, por baixo dela.

A loirinha me chupava muito, lambia bem rápido e gemia baixinho, enquanto a ruivinha colocava o vibrador nela. Certa hora, ela parou de me chupar e tremeu bastante, gemendo bem alto. Havia gozado. Então, trocou de lugar com a ruivinha, que já chegou me chupando com voracidade. Eu ia gozar logo, estava toda suada, com a morena mamando em meus seios enquanto era penetrada e aquela linguinha tão veloz… Senti meu corpo aquecer, fechei os olhos e gozei.

Esguichei tão longe que molhou a ruiva e a loira! Elas adoraram. A morena gemia muito enquanto a outra metia bem rápido nela, e a ruiva também. Logo a ruivinha gozou, e acabou esguichando na loirinha (de novo), que a beijou deliciosamente. As morenas, num papai-e-mamãe se amavam intensamente até gozarem. Desamarraram-me e me mandaram embora, dizendo que se eu falasse algo pra alguém elas me matariam. Achei meu barco do outro lado e voltei nua mesmo para casa.

Ao chegar, tomei um banho e me vesti. Quando sentei no sofá, encontrei um saco negro. Abri-o e tinha um vibrador amarelo e algumas camisinhas texturizadas, e um bilhetinho dizendo que o segredo estava morto, mas a lembrança era viva. Sorri sozinha.

Foi o medo mais delicioso que passei na minha vida.





Beijos &Desejos!

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