quarta-feira, 8 de julho de 2015

O TAXISTA

Olá leitores, prontos pra mais uma viagem?
O conto de hoje foi inspirado no leitor Igor, de Umuarama - PR.
Já sabem, né? Sugestões no meu email!
stefannysummer@hotmail.com
Apertem os cintos!







Chegar em Umuarama foi muito difícil, pois tive que dar um atestado na empresa aonde trabalho, pois não queriam me dar férias. Comprei as passagens com antecedência e decidi que tinha que viajar, finalmente. Escolhi ir sozinha, para ir encontrar amigos por lá. Já havia planejado tudo: Iria passar dois dias, , e curtir tudo, ao máximo que pudesse. Eu realmente estava precisando de férias!
Ao chegar ao aeroporto, contatei meus amigos, que já fizeram uma reserva num hotel perto da casa deles. Não demorou muito e desembarquei. Por ironia do destino, o carro que eu havia alugado quebrou, e eu tive que pegar um táxi: O único e último táxi da noite. Aquilo já estava me cheirando a aventura.
Coloquei minhas coisas no porta-malas e entrei no táxi. O motorista nem olhou muito pra mim e entrou, depois de me ajudar. Falei pra ele o destino, e ele prosseguiu. À medida que íamos, o silêncio me matava, e então, para quebrar o gelo, perguntei sobre a cidade. Ele respondia brevemente, com poucos detalhes, até que lhe perguntei seu nome: Igor. Era um homem muito bonito, mas que não esboçava muitas reações e não falava muito. Conversamos bastante até que lhe pedi o cartão e perguntei se podia contatá-lo a qualquer horário, e ele concordou. Desembarquei no hotel, paguei e me despedi. Gostei dele!
No dia seguinte, após zueiras com amigos, bebidas e baladas, lembrei de ligar para Igor vir me buscar, pois eu já queria ir embora e meus amigos não. A boate ficava do outro lado da cidade e não teria outro transporte às 4:30 da manhã. Ele estava dormindo, mas foi me buscar. No caminho, fui lhe pedindo desculpas por ter incomodado tão tarde, e ele disse que não tinha problemas. Me propus a pagar bandeira 2 e outras coisas, mas ele negava. 





Como eu estava sentada no banco da frente, sempre que Igor ia trocando de marcha, passava a mão na minha coxa, descoberta, pois o vestido que eu vestia era muito curto. Eu olhava pra ele, e ele simplesmente fingia que nada estava acontecendo, até que, mesmo não conhecendo a cidade, percebi que ele estava tomando um caminho diferente para o hotel. Fiquei cismada...
Chegamos numa rua, à beira de uma pequena reserva florestal. Estava frio, e ele parou o carro. Perguntei porque parou o carro, se havia acontecido algo com o carro, e ele simplesmente não respondeu, mas me beijou. Um beijo tão apaixonado, safado e guloso que não resisti e me entreguei completamente... Num súbito, ele desceu o banco em que eu estava e pulou em cima de mim, subindo meu vestido até os seios e começando a chupa-los, passar a língua nos biquinhos duros de frio... Aquilo estava simplesmente sensacional. Enquanto ele mamava meus seios, seus dedos começam a esfregar minha bucetinha, que já estava babando horrores com aquela língua maravilhosa. Então, ele foi me beijando e descendo pela barriga, segurou a calcinha com os dentes e a puxou até rasgar e deixar tudo a mostra. Ele começou a passar a língua bem devagar, de cima pra baixo, e mamar meu grelinho, sugando forte. Eu estava indo à loucura com aquilo, sentindo ele me chupar e lamber tão gostoso. Eu me contorcia e segurava a cabeça dele, apertando minha buceta na boca dele cada vez mais forte, até sentir que ia gozar e falei pra ele.





 Então ele parou, ergueu minhas pernas e começou a passar a língua no meu cuzinho... Quando eu ia gozar de novo ele parou, e me virou de quatro no banco, abriu bem meu cuzinho, cuspiu e começou a meter bem devagar, e eu tremendo muito de tesão... Aquele pau era delicioso, e ele metia bem gostoso, fundo, rápido e devagar... No melhor ritmo! Gozei muito rápido, e então pedi para ele parar de meter, pedi para que ele se sentasse e comecei a chupa-lo bem gostoso, engolindo tudo, e depois lambendo de cima a baixo. Eu sentia ele ofegar cada vez em que eu mamava a cabecinha do pau dele. Eu passava o pau dele na minha cara, nos meus seios, e engolia com muita vontade. Comecei a masturba-lo até que ele gozasse na minha cara toda! Ele ficou um tempinho imóvel, me beijou e me deu uma toalhinha, para que eu me limpasse. Nos vestimos, rimos bastante da situação e ele me levou ao hotel. O convidei a entrar e ele aceitou. Passamos o restinho de noite juntos e transamos muito mais.

Tenho o cartãozinho dele até hoje e, com certeza, se eu voltar pra lá, ele vai ser sempre meu Taxista do prazer.


Beijos&Desejos 

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