quinta-feira, 16 de julho de 2015

SALTOS E ACASOS


Olá leitores, prontos para um fetiche bem maneiro?
O conto de hoje é dedicado a Esiel, de Novo Gama – GO
Já pediu seu conto? É só mandar um e-mail!
Boa leitura!





Sempre fui tarado por saltos. A mulher fica mais confiante, suas curvas aparecem mais e, suas pernas, ficam mais torneadas. Nesse embalo de falar sobre fetiches, conheci Laura. Em todos os eventos aonde íamos, ela estava sempre de vestido ou saia longa, e um salto generoso, que só esculpia sua bela estatura e corpo. Ela sempre foi uma mulher muito discreta, mas conversávamos bastante sobre tudo. Uma vez contei a ela que eu tinha um fetiche enorme por saltos... E por ela. Sempre que marcávamos algo, nunca dava certo, e isso ia me fazendo deixar de chamá-la para algo, até porque trabalhamos muito, nosso circulo de amizades é diferente... Enfim.
Certo dia me convidaram à uma festa retro numa cidade próxima. Chamei alguns amigos, de ultima hora, que não puderam ir. Não estava animado pra ir, mas me vestir à rigor e fui. A festa estava muito bonita, eu conhecia poucas pessoas, mas fui me enturmando aos poucos, quando não, me esbarro com Laura, deixando derramar o drink dela no vestido que, por sorte, era preto. Fora o desleixo e as desculpas, ficamos super felizes por nos encontrarmos.


Chegando próximo ao fim da festa, Laura veio até mim e perguntou se eu poderia deixá-la em casa, já que ela estava com dor de cabeça, e seus amigos que a trouxeram não poderiam ir, “fica chato estragar a festa deles”... Na inocência, peguei as chaves e fui caminhando até o carro. Ela pegou na minha mão e andava com dificuldade na estrada de terra, pois naquele dia o salto dela era maior do que os que eu havia visto. Enquanto íamos pra casa dela, perguntei se ela não queria ir à uma farmácia ou hospital, e ela se recusou. “Vamos direto pra casa”.
Chegando lá, ela me convidou pra entrar, e me apresentou a casa dela, cujo eu nunca tinha visto por dentro. Era uma casa linda, organizada e grande. Fomos entrando nos quartos até que chegamos a um diferente: Tinha uma cama muito grande, cadeiras e uma poltrona estranha, larga, aonde ela se sentou. Pediu para que eu me sentasse na cama e então, frente a frente, começamos a conversar.

Ainda sentada, ela inclinou para trás, deixando aparecer o belo salto preto e uma meia calça rendada, até o joelho. Eu não consegui ter mais reações, eu já estava muito excitado. “Te mostro o resto se você prometer ficar sentado aí”. “Fico sim!”





Laura então subiu o vestido até mostrar uma calcinha preta de renda, por cima da meia-calça rendada, e aquele salto generoso, maravilhoso. Ela se levantou, tirou o vestido e a calcinha, ficando apenas com a meia, o sutiã, os saltos e aquelas belas curvas, aquele quadril largo, aquele olhar penetrante. Sentou-se de pernas abertas para mim, passando a mão nas coxas e deslizando-as até a virilha, e olhando fixamente nos meus olhos. Subia as mãos até os seios, os apertava e descia o sutiã, até deixá-los a mostra. Seus biquinhos marrons me deixavam simplesmente louco, louco pra avançar, mas as ameaças não deixavam. “Se você levantar, eu paro!” Laura começou a se masturbar na minha frente: esfregava a bucetinha com uma mão, apertava o seio com a outra e olhava para mim, dando longos suspiros... Enfiava dois dedos na bucetinha e lambia, e voltava a meter de novo, e lambia, e voltava a esfregar. Meu pau estava para furar a calça, e ela pedia para eu passar a mão nele... Nossos olhares não mentiam. Estávamos completamente extasiados. Ela se levantou e me pôs deitado. Subiu em cima da cama, em pé, e colocou o salto perto do meu rosto. Comecei a beijar os pé dela, e antes que eu tentasse me levantar, ela sentou na minha cara. “Me chupa, agora”. Eu mamava o grelinho dela, passava a lingua naquela bucetinha cheirosa e molhada com muita vontade, enquanto ela, inclinada para trás, gemia e segurava nos saltos.



Laura se levantou, virou de costas pra mim, ainda sentada no meu rosto, e abriu minha calça. Ela gemia muito, segurava no meu pau e massageava, enquanto eu a devorava com a boca. Ela cuspiu no meu pau e começou a chupá-lo com muita vontade, engolindo ele até o final e voltando, com a língua na cabecinha. Eu não consigo explicar o quanto aquele 69 estava sensacional. Então, ela se arrastou até mais a frente e sentou no meu pau, bem devagar, de costas pra mim. Eu, com a mão nos pés dela, segurava no salto do sapato dela com muito desejo, enquanto ela quicava em mim, rebolava lentamente e gemia alto. Laura se levantou, ficou de quatro na cadeira: “Vem meter...”

Levantei da cama rapidamente, tirando minha roupa. Segurei firme nos quadris dela e meti, bem rápido, com muita força. Ela gemia. Ela gritava... E eu parava, somente para sentir ela rebolando, de quatro, no meu pau. Sem querer, falei que ia gozar, e ela rapidamente se virou e começou a me chupar deliciosamente. Gozei muito, e ela ia cuspindo minha goza, e deixando derramar nos seios, e voltou a me chupar... E eu para explodir de tesão! Voltei a chupá-la, com as pernas abertas, na cadeira, e aquele salto arranhando minhas costas de leve, e ela com os braços pra cima, agarrada ao encosto da poltrona. Quando eu inclinava os olhos, podia vê-la gemer e se contorcer, e depois pegar na meia e começar a rasgar. Eu dava umas paradas, beijava ela dos pés à virilha, e começava a chupá-la novamente, até ela gozar deliciosamente, bastante, na minha boca. Passamos a noite juntos, nos beijando, fazendo amor. Nem dormimos. Aquele quarto, aquele salto, aquele sexo. Laura e eu agora somos fetichistas. Em quase toda festa lá está ela, com um longo vestido, escondendo uma bela meia e um salto...


Beijos &Desejos

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