Olá leitores, prontos para uma vizinha assanhada?
O conto de hoje fala sobre como o conselho de uma amiga pode influenciar num sexo maravilhoso!
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Boa leitura!
Meu marido e eu sempre
fomos muito tradicionais, quase nunca saíamos para festas, passeios e afins.
Nosso hobby era assistir um bom filme e comer pipoca, agarrados, na sala. Não
tínhamos filhos, nem muitos amigos. Ele saia para o futebol, no máximo, e eu tinha
minha amiga Solange, minha vizinha, que era uma companhia pra toda hora. Pra ela
eu contava tudo, de glórias a perdas, e ela sempre compreensiva, me aconselhava
maravilhosamente.
Certo dia lhe queixei que, depois de cinco anos de
casada, eu já não sabia mais como inovar no casamento. Solange era divorciada
há dois anos, após 13 anos de casamento. Seu ex-marido saiu do país para não
sofrer. Ele corria atrás dela dia e noite, estava morrendo: não comia mais, não
queria fazer nada, então, sua família da Argentina resolveu buscá-lo. Não temos
mais notícias dele.
Pois, bem. Solange
me contou muitas coisas que fez no seu casamento para que não acabasse a ‘chama’.
Uma delas foi ter ficado com uma moça, e ela ter contado ao marido, e ele ter
ficado excitado. Achei pobre a ideia: Rodrigo eram muito tradicional, não tendo
dado ideia de nenhuma novidade até agora. Mas confesso que achei a ideia de
ficar com uma mulher estranha. Sei que conversa vai e conversa vem, Solange me
deu um beijo. Eu afastei e paralisei um pouco... Mas ela me puxou de novo e me
beijou novamente e, dessa vez, eu acabei me entregando. Passamos o dia juntas,
e vez ou outra ela me beijava. Carinhosa, atenciosa, ela me fez sentir uma
mulher feliz... Mas, até aonde?
Passei a noite toda
pensando em Solange. Aquela situação não podia continuar, uma hora meu marido
iria descobrir ou nos pegar em flagrante. Rodrigo é muito sistemático, e iria
me matar. Decidi naquela mesma noite que, no dia seguinte, eu iria conversar
seriamente com ela.
Levantei cedo,
limpei a casa e estava lavando o quintal. Olhei para o quintal da Solange e lá
estava ela, botando o lixo pra fora. Ela veio até mim e começoua conversar, e
eu cortei logo: ‘vamos entrar e conversar sério sobre algumas coisas’.
Chegamos na cozinha, peguei suco para ela e
começamos a conversar. Falei a ela que não podíamos mais ficar, porque eu era
casada, meu marido era muito sistemático, e se ele nos pegasse iria dar merda,
e etc. Mas Solange me olhava daquele jeito, firmemente, e aquela boca bonita, e
eu começava a gaguejar... Até que ouvimos uma buzina e nos assustamos. Ela
levantou de supetão e derramou o suco na minha blusa – que era branca e, como
eu estava em casa, eu não usava sutiã. Ela olhou pela janela, viu que não era
aqui em casa e voltou, tentando limpar minha blusa. Ela começou a passar a mão
nos meus seios, e não era para secá-los ou limpá-los. Passava os polegares nos
biquinhos e depois apertava meus seios, olhando pra mim. Bem, o ruim disso tudo
é que eu estava gostando, e isso estava extremamente delicioso.
Começamos a nos
beijar, e ela foi tirando minha blusa devagar, enquanto beijava meu pescoço e
ia descendo até meus seios. Ela os chupava com muita vontade, enquanto eu
segurava nos cabelos dela. Então, ela me empurrou contra a mesa, me deitando, e
tirou meu short, e se sentou na cadeira. Então, ela beijou meus pés e foi
subindo, olhando pra mim com aquela cara de safada. Eu não tinha reações, eu
tinha que parar, mas eu não conseguia. Eu segurava meus seios enquanto ela
subia, beijando minha perna, minha coxa, minha virilha... E subia, beijando
minha barriga, seios, pescoço, até me beijar na boca. Um beijo bem safado, lascivo,
com aquela língua ligeira, e as borboletas no meu estômago...
Ela desceu, e começou a me lamber, bem devagar.
Nessa hora, ouvi a porta mexer, mas nem me importei, devia ser o gato. Aquilo
estava tão bom que eu nem me preocupei. Meu marido só chegava à noite.
Solange tinha uma língua deliciosa, e mamava muito
meu grelinho. Eu sentia meu corpo tremer, minhas pernas bambearem... Tinha um
bom tempo que eu não era chupada daquele jeito. Ela beijava minhas coxas e voltava
a me chupar, e eu segurando a cabeça dela... E eu quase gozando, segurando nos
seios, apertando meus biquinhos...
E meu marido chega.
Quase caí da mesa,
com o susto que levei. Solange não fez nada além de parar. O semblante dela
calmo me fez desconfiar por um momento de que aquilo foi combinado, mas eu
estava trêmula, de tesão e de susto.
-Continuem! – Disse
Rodrigo, calmamente, e eu sem entender nada, olhando pros dois, enquanto
Solange voltava e me chupar. Então, ele chegou próximo a mim, e me deu um beijo
na boca, no pescoço, na orelha, e eu voltei a me derreter na boca de Solange,
deitada na mesa. Então, Rodrigo tirou o pau pra fora e colocou na minha boca.
Comecei a chupa-lo com muita vontade, pois eu estava com muito tesão. Ele batia
com o pau na minha cara, e depois enfiava de novo na minha boca. “chupa,
cachorra, geme!”
Então, quando eu
estava quase gozando, Solange parou e pediu pro Rodrigo terminar o serviço.
Então, ele veio e começou a bater o pau na minha bucetinha, e depois e meter,
bem devagar... Meu corpo ia adormecendo e tremendo de tesão, enquanto Solange
mamava meus seios. Não durei três minutos e gozei ferozmente, tremia toda,
gemia alto, e Rodrigo segurava firmemente minha perna e continuava metendo bem
rápido. Eu não consigo explicar como aquilo foi louco, mas sei que gozei umas
três vezes seguidas. Solange ria, me chupava os seios, o pescoço, me beijava,
adorava, e eu em transe, quase sem forças, gozando infinitamente. Rodrigo gozou
dentro de mim, muito, como se não gozasse há meses. Me sentei na mesa e beijei
Rodrigo, depois beijei Solange... Aquilo estava estranho, mas muito excitante.
Conversamos um pouco enquanto eu tentava me vestir, pois eu tremia muito. Os
dois me juravam que não tinham combinado nada, mas, se foi ou não, foi a
experiência mais louca que já tive na minha vida.
Hoje, Solange é
nossa parceira secreta para sair da rotina. Nossos filmes ficaram mais animados
e nossa amizade ficou bem mais sólida. Espero que de agora em diante, esse
seja, para sempre, nosso segredo de família.



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