quarta-feira, 22 de julho de 2015

A SECRETÁRIA INDICADA

Olá leitores, prontos para mais um aumento que não é salarial?
Hahahaha!
O conto de hoje é sobre uma fantasia bem comum, mas muito excitante!
Boa leitura!



Meu nome é Lúcio, e tenho uma construtora de grande porte que presta serviço para o Governo. Há vários meses eu deveria ter contratado uma nova secretária, pois Mariane, minha secretária mais antiga, já estava sobrecarregada, até porque era época de campanha, os projetos bestavam sendo executados às pressas, e ela estava sem férias há tempos.
Em uma reunião de rotina, com políticos, acabei comentado com um aliado meu sobre como eu precisava contratar uma nova funcionária - até porque eu não poderia pegar qualquer pessoa pra este cargo: tinha que ser uma pessoa de confiança, prestativa, pronta para pegar no pesado - , e ele me disse que tinha uma indicada para mim. Pedi para que marcasse com ela a entrevista para as 13:00 do dia seguinte.

Antes mesmo do horário marcado, a moça chegou: Se chamava Nathiele, 24 anos, loira, com corpo escultural e um ótimo currículo. Confesso que até o fim da entrevista não tinha reparado muito em todos os seus atributos, mas assim que nos levantamos para irmos ao RH, que a vi levantar, com aquela roupa social escondendo seios  fartos e um traseiro maravilhoso, fiquei meio nervoso... Mas não, acho que não...

Meses se passaram e Nathiele se mostrava cada dia mais eficiente, tomava as rédeas de tudo, resolvia pepinos de todos os lados, daí resolvi dar férias, finalmente, à Mariane. Enciumada, me perguntou se podia adiar as férias: "Não pode, Mariane!". Ainda lhe dei de presente 15 dias em Balneário Camboriú. "Vá você e seu namorado. Aproveitem bem. Boa viagem". Mesmo contrariada, me abraçou e se despediu. "Melhor chefe do mundo"...
Uma semana depois da viagem de Mariane, Nathiele chegou ao trabalho e disse que queria conversar. Ela me relatou que havia recebido uma proposta muito atrativa, com um salário melhor e com menos carga horária, mas que adorava trabalhar comigo, na minha empresa. Confesso que eu não consegui me concentrar muito no que ela falava porque naquele dia ela estava com um decote generoso, deixando à mostra um pedaço da renda do sutiã vermelho.
Recusei. Afinal, estávamos numa fase não tão boa, já haviam acabado as campanhas políticas e estávamos apenas com os projetos em andamento, sem previsão de novos. Mesmo assim, insisti para que ela ficasse...



Ela pedia sem parar, olhar nos meus olhos, até que passou a mão nos cabelos e deslizou até o seio, puxando um pouco pro lado o blazer, mostrando mais do sutiã. Eu engoli seco, minhas mãos começaram a suar, mas eu pedi para ela parar, falei que as coisas não funcionavam daquela maneira, e etc., mas ela não me ouvia, e continuava a se acariciar, até que levantou, e tirou o blazer, na minha frente, deixando a mostra aquele stiã vermelho encobrindo a beleza daqueles seios enormes.

- Eu insisto, Senhor Lúcio. Eu mereço um aumento! – Disse Nathiele, apertando os seios e me olhando nos olhos. De repente, batem na porta. Era um sócio que viria deixar novas procurações para mim. Nathiele entrou embaixo da mesa enorme, de madeira, do escritório, bem a tempo. Conrado acabara de entrar.
- Sua secretária não estava, então entrei direto – Disse Conrado, entrando e sentando e jogando os papéis na mesa
- Pois não, chegou cedo, nem me ligou! Porra, você tá folgado, hein!

Nós dois começamos a rir, conversar e assinar papéis até que de repente senti Nathiele, passar a mão em mim. Meu pau endureceu logo, e pude sentir as mãos dela apertando e esfregando nele. Comecei a suar de novo, ficar nervoso, até que Conrado me perguntou se eu estava passando mal.
- Estou com uns calafrios desde cedo, acho que é febre... – Disse eu, suando feito um porco
- Isso e a idade, meu caro, problema de junta! – Conrado, rindo freneticamente.

Ela abria devagar minha calça, botando meu pau pra fora e batendo uma pra mim, de leve. Eu não controlava: Tremia, afrouxava a gravata e secava as mãos nos punhos da camisa.
- Vou buscar um remédio para você, cara. Você tá muito ruim – Disse Conrado, levantando e saindo.
- Diga à recepcionista que eu não vou atender mais ninguém hoje.

Conrado saiu da sala, e eu me afastei da mesa, perguntando a ela o que significava isso.
- Não gostou, Sr. Lúcio? – disse Nathiele sentando na mesa e me olhando, com as mãos pra trás, desabotoando o sutiã.
- Conrado pode voltar a qualq...
- Shhhhh... Me deixe trabalhar.

Ela se levantou, trancou a porta e voltou, com os belos enormes seios á mostra. Pegou minhas mãos e colocou neles, apertando-os e olhando nos meus olhos. Aquele olhar me matava. Então, ela me beijou, tirando minha gravata, minha camisa, beijando meu pescoço, me arranhando as costas de leve, pegando no meu pau. Me virou, me sentou na mesa, sentou-se na cadeira e começou a chupar meu pau, engolindo tudo e passando a língua, freneticamente, com aquele olhar safado. Eu não sabia o que fazer com as mãos. Na verdade, eu não sabia o que fazer. Eu e a secretária, no escritório. Que loucura.
Ela colocou meu pau entre os seios dela e me fez uma espanhola maravilhosa, apertando bastante os seios no meu pau e deixando a cabecinha encostar na língua dela. Eu não tenho palavras para explicar o quanto aquilo estava delicioso.
Então, ela se levantou, tirou a saia, de costas para mim, deixando a mostra a bela calcinha vermelha que dava realce àquele rabo enorme. Me puxou da mesa e ficou de quatro na minha cadeira.



- Só quero se for anal – disse ela, puxando a calcinha pro lado, exibindo aquela bucetinha e cuzinho maravilhosos, rosados, molhados... Não pensei duas vezes: esfreguei meu pau nela e comecei a penetrar devagar, enquanto ela gemia segurava firme na cadeira com uma mão, e a outra segurava a calcinha. Agora, com mais ação e tesão, segurei firme nos cabelos dela e comecei a meter, e ela, a gemer, freneticamente. O medo de alguém escutar me levou a tapar a boca dela, e parece que ela adorou. Toda vez que eu parava de meter, ela começava a rebolar n meu pau. Eu dava tapas generosos naquela bunda deliciosa, deixando o bumbum dela vermelhinho, cheio de marcas de dedos. Quanto mais ela gemia, rebolava, mais forte eu metia.

Nathiele me pediu para parar, me sentou na cadeira e sentou-se em cima de mim. Ela segurava no rosto e me beijava, enquanto sentava muito no meu pau. Com a cadeira inclinada para trás, os seios dela encostavam na minha boca, e eu ia passando a língua e chupando com muita vontade. Ela pulava com muita força no meu pau, gemia no meu ouvido, me beijava, apertava, até eu gozar naquele rabo delicioso. Segurando nele, senti a porra escorrer, e ela gemendo, olhando nos meus olhos, satisfeita. Só deu tempo de nos vestirmos e nos arrumarmos até Conrado chegar. Nathiele saiu da sala, em seu traje elegante e fino, com o blazer mostrando a pontinha do sutiã vermelho, enquanto Conrado entrava. Ele olhou pra ela, de cima a baixo. Ela fechou a porta.

- Que secretária gostosa, essa sua, hein?
- O que tem de linda tem de competente, viu!? Trabalha como nenhuma outra, séria, eficaz... Estou até pensando em lhe dar um aumento. – Disse eu, recolocando a gravata.


O ruim de toda essa experiência foi ter que tomar todos os remédios que o Conrado trouxe. Aliás, não foi tão ruim, até porque, depois de uma transa dessas, uns antiinflamatórios e antitérmicos não me fariam mal...

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