Olá leitores, prontos para mais um aumento que não é
salarial?
Hahahaha!
O conto de hoje é sobre uma fantasia bem comum, mas muito
excitante!
Boa leitura!
Meu nome é Lúcio, e tenho uma construtora de grande porte
que presta serviço para o Governo. Há vários meses eu deveria ter contratado
uma nova secretária, pois Mariane, minha secretária mais antiga, já estava
sobrecarregada, até porque era época de campanha, os projetos bestavam sendo
executados às pressas, e ela estava sem férias há tempos.
Em uma reunião de rotina, com políticos, acabei comentado
com um aliado meu sobre como eu precisava contratar uma nova funcionária - até
porque eu não poderia pegar qualquer pessoa pra este cargo: tinha que ser uma
pessoa de confiança, prestativa, pronta para pegar no pesado - , e ele me disse
que tinha uma indicada para mim. Pedi para que marcasse com ela a entrevista
para as 13:00 do dia seguinte.
Antes mesmo do horário marcado, a moça chegou: Se chamava
Nathiele, 24 anos, loira, com corpo escultural e um ótimo currículo. Confesso
que até o fim da entrevista não tinha reparado muito em todos os seus
atributos, mas assim que nos levantamos para irmos ao RH, que a vi levantar,
com aquela roupa social escondendo seios
fartos e um traseiro maravilhoso, fiquei meio nervoso... Mas não, acho
que não...
Meses se passaram e Nathiele se mostrava cada dia mais
eficiente, tomava as rédeas de tudo, resolvia pepinos de todos os lados, daí
resolvi dar férias, finalmente, à Mariane. Enciumada, me perguntou se podia
adiar as férias: "Não pode, Mariane!". Ainda lhe dei de presente 15
dias em Balneário Camboriú. "Vá você e seu namorado. Aproveitem bem. Boa viagem".
Mesmo contrariada, me abraçou e se despediu. "Melhor chefe do
mundo"...
Uma semana depois da viagem de Mariane, Nathiele chegou ao
trabalho e disse que queria conversar. Ela me relatou que havia recebido uma
proposta muito atrativa, com um salário melhor e com menos carga horária, mas
que adorava trabalhar comigo, na minha empresa. Confesso que eu não consegui me
concentrar muito no que ela falava porque naquele dia ela estava com um decote
generoso, deixando à mostra um pedaço da renda do sutiã vermelho.
Recusei. Afinal, estávamos numa fase não tão boa, já haviam
acabado as campanhas políticas e estávamos apenas com os projetos em andamento,
sem previsão de novos. Mesmo assim, insisti para que ela ficasse...
Ela pedia sem parar, olhar nos meus olhos, até que passou a
mão nos cabelos e deslizou até o seio, puxando um pouco pro lado o blazer,
mostrando mais do sutiã. Eu engoli seco, minhas mãos começaram a suar, mas eu
pedi para ela parar, falei que as coisas não funcionavam daquela maneira, e
etc., mas ela não me ouvia, e continuava a se acariciar, até que levantou, e
tirou o blazer, na minha frente, deixando a mostra aquele stiã vermelho
encobrindo a beleza daqueles seios enormes.
- Eu insisto, Senhor Lúcio. Eu mereço um aumento! – Disse
Nathiele, apertando os seios e me olhando nos olhos. De repente, batem na
porta. Era um sócio que viria deixar novas procurações para mim. Nathiele
entrou embaixo da mesa enorme, de madeira, do escritório, bem a tempo. Conrado
acabara de entrar.
- Sua secretária não estava, então entrei direto – Disse
Conrado, entrando e sentando e jogando os papéis na mesa
- Pois não, chegou cedo, nem me ligou! Porra, você tá
folgado, hein!
Nós dois começamos a rir, conversar e assinar papéis até que
de repente senti Nathiele, passar a mão em mim. Meu pau endureceu logo, e pude
sentir as mãos dela apertando e esfregando nele. Comecei a suar de novo, ficar
nervoso, até que Conrado me perguntou se eu estava passando mal.
- Estou com uns calafrios desde cedo, acho que é febre... –
Disse eu, suando feito um porco
- Isso e a idade, meu caro, problema de junta! – Conrado,
rindo freneticamente.
Ela abria devagar minha calça, botando meu pau pra fora e
batendo uma pra mim, de leve. Eu não controlava: Tremia, afrouxava a gravata e
secava as mãos nos punhos da camisa.
- Vou buscar um remédio para você, cara. Você tá muito ruim
– Disse Conrado, levantando e saindo.
- Diga à recepcionista que eu não vou atender mais ninguém
hoje.
Conrado saiu da sala, e eu me afastei da mesa, perguntando a
ela o que significava isso.
- Não gostou, Sr. Lúcio? – disse Nathiele sentando na mesa e
me olhando, com as mãos pra trás, desabotoando o sutiã.
- Conrado pode voltar a qualq...
- Shhhhh... Me deixe trabalhar.
Ela se levantou, trancou a porta e voltou, com os belos
enormes seios á mostra. Pegou minhas mãos e colocou neles, apertando-os e
olhando nos meus olhos. Aquele olhar me matava. Então, ela me beijou, tirando
minha gravata, minha camisa, beijando meu pescoço, me arranhando as costas de
leve, pegando no meu pau. Me virou, me sentou na mesa, sentou-se na cadeira e
começou a chupar meu pau, engolindo tudo e passando a língua, freneticamente,
com aquele olhar safado. Eu não sabia o que fazer com as mãos. Na verdade, eu
não sabia o que fazer. Eu e a secretária, no escritório. Que loucura.
Ela colocou meu pau entre os seios dela e me fez uma
espanhola maravilhosa, apertando bastante os seios no meu pau e deixando a
cabecinha encostar na língua dela. Eu não tenho palavras para explicar o quanto
aquilo estava delicioso.
Então, ela se levantou, tirou a saia, de costas para mim,
deixando a mostra a bela calcinha vermelha que dava realce àquele rabo enorme.
Me puxou da mesa e ficou de quatro na minha cadeira.
- Só quero se for anal – disse ela, puxando a calcinha pro
lado, exibindo aquela bucetinha e cuzinho maravilhosos, rosados, molhados...
Não pensei duas vezes: esfreguei meu pau nela e comecei a penetrar devagar,
enquanto ela gemia segurava firme na cadeira com uma mão, e a outra segurava a
calcinha. Agora, com mais ação e tesão, segurei firme nos cabelos dela e
comecei a meter, e ela, a gemer, freneticamente. O medo de alguém escutar me
levou a tapar a boca dela, e parece que ela adorou. Toda vez que eu parava de
meter, ela começava a rebolar n meu pau. Eu dava tapas generosos naquela bunda
deliciosa, deixando o bumbum dela vermelhinho, cheio de marcas de dedos. Quanto
mais ela gemia, rebolava, mais forte eu metia.
Nathiele me pediu para parar, me sentou na cadeira e
sentou-se em cima de mim. Ela segurava no rosto e me beijava, enquanto sentava
muito no meu pau. Com a cadeira inclinada para trás, os seios dela encostavam
na minha boca, e eu ia passando a língua e chupando com muita vontade. Ela
pulava com muita força no meu pau, gemia no meu ouvido, me beijava, apertava,
até eu gozar naquele rabo delicioso. Segurando nele, senti a porra escorrer, e
ela gemendo, olhando nos meus olhos, satisfeita. Só deu tempo de nos vestirmos
e nos arrumarmos até Conrado chegar. Nathiele saiu da sala, em seu traje
elegante e fino, com o blazer mostrando a pontinha do sutiã vermelho, enquanto
Conrado entrava. Ele olhou pra ela, de cima a baixo. Ela fechou a porta.
- Que secretária gostosa, essa sua, hein?
- O que tem de linda tem de competente, viu!? Trabalha como
nenhuma outra, séria, eficaz... Estou até pensando em lhe dar um aumento. –
Disse eu, recolocando a gravata.
O ruim de toda essa experiência foi ter que tomar todos os
remédios que o Conrado trouxe. Aliás, não foi tão ruim, até porque, depois de
uma transa dessas, uns antiinflamatórios e antitérmicos não me fariam mal...



ficou top nega adoreiiii!!!kkk
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